BRA­SIL SAI­RÁ DA ONU CO­MU­NIS­TA, DIS­SE BOL­SO­NA­RO

Folha 8 - - QUENTE -

“Se eu for pre­si­den­te, eu saio da ONU. Não ser­ve pa­ra na­da es­sa ins­ti­tui­ção”, dis­se Bol­so­na­ro no sá­ba­do pas­sa­do (18), nu­ma ce­ri­mó­nia de ca­de­tes da AM AN (Aca­de­mia Mi­li­tar das Agu­lhas Ne­gras), em Re­sen­de, o Rio de Ja­nei­ro). “Saio fo­ra (sic), re­pe­tiu, não ser­ve pa­ra na­da, é um lo­cal de reu­nião de co­mu­nis­tas e de gen­te que não tem o me­nor com­pro­mis­so com a Amé­ri­ca do Sul”. Au­to­ri­da­des fe­mi­ni­nas de re­le­vo, en­tre as quais a pro­cu­ra­do­ra-ge­ral da Re­pú­bli­ca, Ra­quel Dod­ge. Pe­la sua sim­ples pre­sen­ça deu-lhe a re­lem­brar o mo­men­to em que o ti­nha, há tem­pos, de­nun­ci­a­do de ra­cis­mo. “Ela nun­ca foi a um qui­lom­bo­la, la­çou Boç­so­na­ro, eu fui. Vi­si­tei um qui­lom­bo­la (co­mu­ni­da­de de des­cen­den­tes de es­cra­vos) em El­do­ra­do Pau­lis­ta. Olha!, o afro-des­cen­den­te mais le­ve pe­sa­va se­te ar­ro­bas”. Pa­ra Dod­ge, o po­lí­ti­co ti­nha aca­ba­do de se re­fe­rir a es­sas pes­so­as co­mo se fos­sem ani­mais, ao uti­li­zar a pa­la­vra ar­ro­ba. Com Bol­so­na­ro no po­der não se­rá o fim da ma­ca­ca­da no Bra­sil, mas o prin­cí­pio!

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