SO­BRE A PO­E­TI­SA

Folha 8 - - CULTURA -

FLOR­BE­LA ES­PAN­CA nas­ceu em Vi­la Vi­ço­sa no Alen­te­jo, em Por­tu­gal em 1894. Te­ve uma vi­da bre­ve e in­ten­sa, a que pôs fim com o sui­cí­dio em 1930. A sua po­e­sia foi mar­ca­da por um ero­tis­mo que Jor­ge de Se­na con­si­de­rou ser “uma das mais im­por­tan­tes ex­pres­sões de feminino na po­e­sia por­tu­gue­sa”. Os pri­mei­ros po­e­mas de Flor­be­la Es­pan­ca fo­ram es­cri­tos aos no­ve anos de ida­de. “A Vi­da e a Mor­te”, um so­ne­to, que de­di­cou ao ir­mão. Em 1907, es­cre­veu o seu pri­mei­ro con­to “Ma­mã”. Fre­quen­tou o Li­ceu em Évo­ra, no Alen­te­jo e a Bi­bli­o­te­ca pú­bli­ca on­de to­mou con­tac­to com es­cri­to­res da li­te­ra­tu­ra por­tu­gue­sa e mun­di­al, co­mo Ca­mi­lo Cas­te­lo Bran­co, Guer­ra Jun­quei­ro, Alexandre Du­mas, Bal­zac, en­tre mui­tos ou­tros. Em 1911, ca­sou-se com o seu co­le­ga de es­co­la, Al­ber­to Mou­ti­nho. Em 1916, co­me­çou a pu­bli­car os seus po­e­mas e a co­la­bo­rar com di­ver­sos jor­nais e re­vis­tas.

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