Me­mó­ria, tes­te­mu­nho e ima­gi­na­ção

Jornal Cultura - - Diálogo Intercultural -

apre­ci­a­do ao ponto de me da­rem um pré­mio tão pres­ti­gi­a­do co­mo o Ca­mões”, dis­se o escritor, que vi­ve na lo­ca­li­da­de cabo-ver­di­a­na do Min­de­lo, por te­le­fo­ne à agên­cia de notícias. Con­si­de­ran­do que “exis­tem mui­tos es­cri­to­res que me­re­cem o pré­mio tan­to ou mais” do que ele, o au­tor dis­se ain­da que o Pré­mio Ca­mões é “o re­co­nhe­ci­men­to do es­for­ço e do tra­ba­lho” que tem vin­do de­sen­vol­ven­do há vá­ri­os anos.

O ven­ce­dor do Pré­mio Ca­mões aca­ba de edi­tar um no­vo li­vro, "O Fi­el De- fun­to". Em en­tre­vis­ta à Lusa, fa­lou da li­te­ra­tu­ra, "que de­ve ser uma for­ma lú­di­ca", e dos autores que se tor­tu­ram pa­ra es­cre­ver.

Uma se­ma­na de­pois de ven­cer o Pré­mio Ca­mões, o mais importante ga­lar­dão da li­te­ra­tu­ra em lín­gua por­tu­gue­sa, o cabo-ver­di­a­no Ger­ma­no Al­mei­da aca­ba de lan­çar o seu 17.º li­vro, uma “coin­ci­dên­cia” que con­si­de­ra “in­te­res­san­te” que po­de­rá aju­dar a cri­ar mais in­te­res­se no seu tra­ba­lho.

O au­tor ex­pli­cou à Agên­cia Lusa que O Fi­el De­fun­to (com chan­ce­la da Ca­mi- nho, responsável pe­la pu­bli­ca­ção das obras do cabo-ver­di­a­no em Portugal) já es­ta­va pa­ra ser apre­sen­ta­do an­tes do dia 20 de Maio só que se atra­sou por causa do de­sem­bar­go, nas Al­fân­de­gas de Cabo Ver­de. Já que o lan­ça­men­to vai acon­te­cer ago­ra, Ger­ma­no Al­mei­da dis­se es­pe­rar que o Pré­mio Ca­mões pos­sa aju­dar a au­men­tar as ven­das e fa­zer as pessoas fa­la­rem mais do au­tor e dos seus li­vros.

“É na­tu­ral que, após ven­cer o Pré­mio Ca­mões, sus­ci­te mais in­te­res­se das pessoas, le­van­do-as a com­prar

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