Ser­vi­ço de cor­rei­os re­ve­lou re­sul­ta­dos

Jornal de Angola - - ECONOMIA -

Os Cor­rei­os e Te­lé­gra­fos ar­re­ca­da­ram, de Ja­nei­ro a Ju­lho, na pro­vín­cia do Na­mi­be, 728.805 kwan­zas com a co­bran­ça de cai­xas de apar­ta­do, trá­fe­go de te­lé­gra­fos in­ter­na­ci­o­nais e fax, quan­do pre­via ob­ter 3,478 mi­lhões, no­ti­ci­ou on­tem a An­gop.

O di­rec­tor dos Cor­rei­os de An­go­la no Na­mi­be, Má­rio Be­ne­di­to, atri­buiu o fra­co de­sem­pe­nho da ins­ti­tui­ção à ava­ria, há mais de dois anos, da re­de de ser­vi­ço de fax pú­bli­co, à da­ni­fi­ca­ção do ca­bo de fi­bra óp­ti­ca e à fal­ta de pa­ga­men­to das ta­xas de­vi­das pe­lo alu­guer dos apar­ta­dos. Má­rio Be­ne­di­to sa­li­en­tou que, no pe­río­do em re­fe­rên­cia, as cai­xas de apar­ta­do re­pre­sen­ta­ram o mai­or ren­di­men­to, com 705.200 kwan­zas, se­gui­das pe­la ven­da de se­lo, com 66.713, e dos ser­vi­ços pos­tais com 53.278.

Me­di­das ne­ces­sá­ri­as

O di­rec­tor dos Cor­rei­os de An­go­la no Na­mi­be su­bli­nhou que o de­sen­vol­vi­men­to dos Cor­rei­os de An­go­la e a adop­ção de po­lí­ti­cas co­mer­ci­ais ajus­ta­das, uma aná­li­se cui­da­da das opor­tu­ni­da­des do mer­ca­do e um es­tu­do dos prin­ci­pais con­cor­ren­tes e das es­tra­té­gi­as são me­di­das ne­ces­sá­ri­as pa­ra re­de­fi­nir a ofer­ta de pro­du­tos e es­ta­be­le­cer pa­drões de pres­ta­ção de ser­vi­ços.

O res­pon­sá­vel re­al­çou que, pa­ra o pro­gra­ma de de­sen­vol­vi­men­to co­mer­ci­al, já fo­ram iden­ti­fi­ca­dos al­guns pro­du­tos que po­de­rão jus­ti­fi­car um in­ves­ti­men­to em co­mu­ni­ca­ção e mar­ke­ting, apar­ta­dos, te­le­fax pú­bli­cos e fi­la­te­lia.

O Na­mi­be con­ta com 1.087 cai­xas ope­ra­ci­o­nais, lo­ca­li­za­dos em três es­ta­ções fun­ci­o­nais, no­me­a­da­men­te a de Mo­çâ­me­des, Tômbwa e a da Bi­ba­la.

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