Ma­ri­a­no Ra­joy fa­lha go­ver­no

Jornal de Angola - - DESPORTO -

O re­sul­ta­do da se­gun­da vo­ta­ção foi igual ao da pri­mei­ra: 170 a fa­vor, 180 con­tra. Sem se vis­lum­brar acor­do en­tre os prin­ci­pais par­ti­dos, os es­pa­nhóis po­dem vol­tar às ur­nas, a ter­cei­ra vez em ape­nas um ano, se até 31 de Ou­tu­bro nin­guém con­se­guir for­mar go­ver­no.

Des­ta vez o lí­der do Par­ti­do Po­pu­lar (PP) ne­ces­si­ta­va ape­nas de uma mai­o­ria sim­ples, mas o re­sul­ta­do foi exac­ta­men­te idên­ti­co ao de quar­ta-fei­ra. Ra­joy re­ce­beu 170 vo­tos fa­vo­rá­veis (137 do PP, 32 do Ciu­da­da­nos e um da Co­li­ga­ção Ca­ná­ria). To­dos os ou­tros 180 de­pu­ta­dos vo­ta­ram con­tra. Co­mo era de es­pe­rar, Pe­dro Sán­chez, se­cre­tá­rio-ge­ral do PSOE, man­te­ve­se fir­me no não.

O rei Fe­li­pe VI de­ve ago­ra vol­tar a cha­mar os lí­de­res dos vá­ri­os par­ti­dos pa­ra per­ce­ber se al­guém acre­di­ta ter apoi­os su­fi­ci­en­tes pa­ra vol­tar a ten­tar uma in­ves­ti­du­ra.

As elei­ções re­gi­o­nais na Ga­li­za e no País Bas­co, mar­ca­das pa­ra 25 de Se­tem­bro, irão con­di­ci­o­nar as es­tra­té­gi­as po­lí­ti­cas du­ran­te o pró­xi­mo mês. Pe­los pra­zos cons­ti­tu­ci­o­nais, as elei­ções le­gis­la­ti­vas se­ri­am a 25 de De­zem­bro, mas, em prin­cí­pio, os par­ti­dos es­tão de acor­do em fa­zer pas­sar uma lei pa­ra en­cur­tar a cam­pa­nha elei­to­ral, per­mi­tin­do que os es­pa­nhóis vo­tem a 18 e não no dia de Na­tal.

De­pois de vá­ri­os di­as de es­pe­cu­la­ção em tor­no da saú­de do Pre­si­den­te do Uz­be­quis­tão, Is­lam Ka­ri­mov, que so­freu uma he­mor­ra­gia ce­re­bral no sá­ba­do, a te­le­vi­são es­ta­tal da­que­le país da ex-União So­vié­ti­ca anun­ci­ou a mor­te do ho­mem que li­de­ra­va o país há 27 anos. A mor­te foi anun­ci­a­da em di­rec­to pe­la te­le­vi­são pú­bli­ca do país. A no­tí­cia do in­ter­na­men­to de Ka­ri­mov nu­ma uni­da­de de cui­da­dos in­ten­si­vos foi da­da em pri­mei­ra mão pe­la sua fi­lha Lo­la, que na se­gun­da-fei­ra es­co­lheu o Ins­ta­gram pa­ra es­se fim.

O Pre­si­den­te do Bra­sil, Mi­chel Te­mer, can­ce­lou a do­a­ção de três ae­ro­na­ves do ti­po T-27 Tu­ca­no à For­ça Aé­rea de Mo­çam­bi­que, se­gun­do uma co­mu­ni­ca­ção apre­sen­ta­da no Con­gres­so Na­ci­o­nal na quar­ta-fei­ra. O Go­ver­no de Mi­chel Te­mer foi for­ma­do na sequên­cia do pro­ces­so de des­ti­tui­ção da Pre­si­den­te elei­ta Dil­ma Rous­seff, que se­guiu a li­nha po­lí­ti­ca do seu an­te­ces­sor e men­tor po­lí­ti­co, Luís Iná­cio Lu­la da Sil­va, Pre­si­den­te de 2003 a 2010. Em 2009, após vi­si­ta ofi­ci­al do mi­nis­tro da De­fe­sa a paí­ses afri­ca­nos, iden­ti­fi­cou-se es­ta opor­tu­ni­da­de, mas ao re­a­va­li­ar o pro­ces­so, o Mi­nis­té­rio pe­diu um pa­re­cer ao Co­man­do da Ae­ro­náu­ti­ca, que se mos­trou con­trá­rio, re­co­men­dan­do o can­ce­la­men­to da do­a­ção. De­pois da mu­dan­ça de ti­tu­lar da pas­ta, foi di­to que o pro­ces­so “re­pre­sen­ta óbi­ce grave e, na prá­ti­ca, mais pre­ju­di­ca do que fa­vo­re­ce a co­o­pe­ra­ção”.

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Angola

© PressReader. All rights reserved.