Em­pre­sa bra­si­lei­ra ven­de par­ti­ci­pa­ção

Jornal de Angola - - ECONOMIA -

O pla­no de re­cu­pe­ra­ção ju­di­ci­al apre­sen­ta­do pe­la ad­mi­nis­tra­ção do gru­po bra­si­lei­ro Oi, ao mer­ca­do, con­tem­pla a ven­da das par­ti­ci­pa­ções an­te­ri­or­men­te de­ti­das pe­la Por­tu­gal Te­le­com em Angola, Ca­bo Ver­de e Ti­mor-Les­te, no­ti­ci­ou a im­pren­sa por­tu­gue­sa.

O pla­no foi apro­va­do pe­la ad­mi­nis­tra­ção da Oi, mas tem ain­da de ter a apro­va­ção do juiz res­pon­sá­vel pe­la re­cu­pe­ra­ção ju­di­ci­al e de ser ne­go­ci­a­do com os cre­do­res, es­tan­do em cau­sa uma dí­vi­da de 65,4 mil mi­lhões de re­ais (20,4 mil mi­lhões de dó­la­res).

O gru­po Oi “her­dou” os ac­ti­vos da por­tu­gue­sa Pha­rol (an­ti­ga Por­tu­gal Te­le­com SGPS), ao abri­go de um pro­ces­so de fu­são que se veio a re­ve­lar com­ple­xo, de­vi­do aos in­ves­ti­men­tos de mais de 900 mi­lhões de euros em pa­pel co­mer­ci­al do en­tre­tan­to fa­li­do Ban­co Es­pí­ri­to San­to, que te­ria da­do lu­gar ao gru­po CorpCo.

O pla­no apre­sen­ta­do pe­lo gru­po Oi, on­de a Pha­rol de­tém 27 por cen­to, con­tem­pla a ven­da de ac­ti­vos, não só os que eram de­ti­dos pe­la PT Par­ti­ci­pa­ções em ope­ra­do­res de te­le­co­mu­ni­ca­ções em Angola, Ca­bo Ver­de e Ti­mor-Les­te, mas tam­bém no Brasil, bem co­mo uma re­es­tru­tu­ra­ção do ele­va­do pas­si­vo.

Em Ca­bo Ver­de, por exem­plo, o gru­po bra­si­lei­ro de­tém ac­tu­al­men­te uma par­ti­ci­pa­ção de 40 por cen­to na Ca­bo Ver­de Te­le­com.

A Oi é uma con­ces­si­o­ná­ria de ser­vi­ços de te­le­co­mu­ni­ca­ções do Brasil. É a mai­or ope­ra­do­ra de telefonia fi­xa e a quar­ta mai­or ope­ra­do­ra de telefonia mó­vel com 17 mi­lhões de cli­en­tes de telefonia fi­xa.

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