Ser­vi­ços de se­gu­ros

Jornal de Angola - - OPINIÃO -

Há di­as fa­lou-se so­bre o se­gu­ro ha­bi­ta­ci­o­nal obri­ga­tó­rio, que es­tá a ser es­tu­da­do, fac­to que apro­vei­to nes­ta sin­ge­la car­ta pa­ra abor­dar o pa­pel pou­co ac­tu­an­te dos se­gu­ros, de uma ma­nei­ra ge­ral. Os ser­vi­ços de se­gu­ro no país, em­bo­ra te­nham uma le­gis­la­ção co­nhe­ci­da e uma tra­di­ção tam­bém já an­ti­ga, pa­re­cem es­tar ain­da lon­ge das pres­ta­ções e efi­ci­ên­cia que de­les se es­pe­ra.

Acho que as se­gu­ra­do­ras de­vi­am fa­zer mui­to mais pa­ra que, em vez das pes­so­as ade­ri­rem mais por obri­ga­ção le­gal, as pes­so­as fos­sem mo­vi­das a fa­zê-lo vo­lun­ta­ri­a­men­te. Fa­lo dos se­gu­ros em ge­ral e não es­pe­ci­fi­ca­men­te de uma de­ter­mi­na­da área e, em­bo­ra não te­nha­mos nú­me­ros e es­ta­tís­ti­cas, se­ria re­co­men­dá­vel que a cons­ci­ên­cia so­bre o pa­pel dos se­gu­ros fos­se acom­pa­nha­da da pron­ti­dão, dis­po­ni­bi­li­da­de e efi­cá­cia. A ade­são ou as re­co­men­da­ções pa­ra ade­rir de­vi­am ser pro­por­ci­o­nais ao aten­di­men­to na ho­ra de qual­quer si­nis­tro, des­de que co­ber­ta. A re­a­li­da­de de­mons­tra que há ma­ni­fes­ta­ções de qu­ei­xas ou de­sa­gra­do pa­ra com os ser­vi­ços de se­gu­ro do que o con­trá­rio.

AN­TÓ­NIO FER­NAN­DES | Sam­ba

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