Ane­do­tas

Jornal de Angola - - LAZER -

Dois ho­mens en­con­tram-se e fa­lam de um ami­go co­mum que es­tá do­en­te. - Co­mo es­ta­rá o Ar­man­do? - Os mé­di­cos já o aban­do­na­ram de vez… - Não me di­gas que ele mor­reu?! - Pe­lo con­trá­rio! Ago­ra, sem os mé­di­cos, es­tá me­lhor do que nun­ca!

Um mé­di­co re­cém-for­ma­do abre o con­sul­tó­rio. Na sa­la de es­pe­ra, já se en­con­tra um ho­mem sen­ta­do. Pa­ra não pa­re­cer que se es­tá a es­tre­ar, fin­ge con­ver­sar ao te­le­fo­ne com um su­pos­to pa­ci­en­te. Mi­nu­tos de­pois des­li­ga, vi­ra-se pa­ra o ho­mem e per­gun­ta:

- En­tão, o meu ami­go do que se quei­xa? Res­pon­de o ho­mem: - Eu não me quei­xo de na­da, dou­tor. Sou da An­go­la Te­le­com e ve­nho li­gar o te­le­fo­ne à re­de. Um ho­mem en­tra num bar e gri­ta: - Fe­liz Ano No­vo! Fe­liz Ano No­vo!

- O se­nhor es­tá ma­lu­co? - in­ter­vém o do­no do bar. - Nós es­ta­mos em Mar­ço! E o ho­mem: - Mar­ço?! Xiii… Ho­je é que eu apa­nho quan­do che­gar a ca­sa!

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