ANEDOTAS

Jornal de Angola - - LAZER -

Na praia, um na­da­dor­sal­va­dor ob­ser­va­va com aten­ção os mo­vi­men­tos de um ba­nhis­ta que, a ca­da on­da, pa­re­cia he­si­tar em mer­gu­lhar. Re­co­men­da ele:

— O se­nhor não vá pa­ra mui­to lon­ge que o mar es­tá um pou­co agi­ta­do e po­de afo­gar-se!

E o ba­nhis­ta res­pon­de: — Qual afo­go! O meu mé­di­co dis­se que eu te­nho um rim flu­tu­an­te… Na vés­pe­ra de um tes­te im­por­tan­te, on­de o me­ni­no To­ni­nho não ti­nha es­tu­da­do qua­se na­da, an­tes de se dei­tar, ele re­za: — Meu Se­nhor, fa­ça com que eu te­nha uma boa no­ta ama­nhã, por fa­vor… E res­pon­de uma voz lá de ci­ma:

— En­tão apro­vei­ta es­tu­dar

an­tes da pro­va! Três mu­lhe­res es­ta­vam a as­sal­tar um mer­ca­do, fi­ze­ram a lim­pe­za to­tal e quan­do es­ta­vam a fu­gir, a po­lí­cia che­ga. Elas en­con­tra­ram um bal­cão aban­do­na­do que ti­nha três ar­má­ri­os, ca­da uma en­trou em um e os po­lí­ci­as fo­ram en­tão ba­ten­do. Ba­te­ram na por­ta de uma, ela pen­sou rá­pi­do e gri­tou:

— Mi­au, mi­au.

O po­lí­cia aban­do­nou aque­le ar­má­rio, e ba­teu no ou­tro quan­do a ou­tra mu­lher res­pon­de:

— Au, au, au.

O po­lí­cia vol­ta a aban­do­ná-lo tam­bém, e foi pa­ra o úl­ti­mo ar­má­rio e quan­do ba­teu a úl­ti­ma mu­lher res­pon­deu:

— É um pa­to!

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