Ba­ta­ta na­ci­o­nal faz o gos­to dos cli­en­tes

Na mai­o­ria das su­per­fí­ci­es co­mer­ci­ais que vi­si­ta­mos pa­ra o ha­bi­tu­al le­van­ta­men­to de pre­ços da semana é no­tó­ria a pre­fe­rên­cia pe­lo sa­co de 10 qui­lo­gra­mas do pro­du­to lo­cal que es­tá em ex­po­si­ção em quan­ti­da­des

Jornal de Economia & Financas - - Primeira Página - Yo­la do Car­mo

Au­ti­li­da­de e pre­fe­rên­cia pe­la ba­ta­ta re­na no car­dá­pio das fa­mí­li­as e, so­bre­tu­do, res­tau­ran­tes ou ca­sas da “fast fo­od” fa­zem do pro­du­to, de con­su­mo em gran­des quan­ti­da­des. Da pro­du­ção na­ci­o­nal em quan­ti­da­des que, re­co­nhe­ci­da­men­te, abas­te­cem o mer­ca­do e fa­zem con­cor­rên­cia a ain­da ele­va­da quan­ti­da­de de to­ne­la­das im­por­ta­das.

To­da­via, a cons­ta­ta­ção jun­to dos su­per­mer­ca­dos é que exis­te, nes­te mo­men­to, uma pre­fe­rên­cia acen­tu­a­da pe­la ba­ta­ta re­na na­ci­o­nal. A equi­pa do “Hora das Compras” cons­ta­tou que no Ke­ro, por exem­plo, os cli­en­tes le­vam o sa­co ama­re­lo, on­de vem acon­di­ci­o­na­do 10 qui­lo­gra­mas, con­vic­tos de es­ta­rem a le­var o me­lhor. O pre­ço, que tam­bém vai ob­ser­van­do, vez ou ou­tra, pro­mo­ções, fi­xa-se em qua­se to­dos os es­ta­be­le­ci­men­tos em tor­no dos três mil e... ou qua­tro mil e pou­co. A ex­cep­ção é fei­ta no Sho­pri­te, que até ao mo­men­to fi­xou o cus­to pe­los 10 qui­los em me­nos de três mil, ain­da que a di­fe­ren­ça se­ja de dé­ci­mas (ver qua­dro ao la­do).

Com to­do es­se ce­ná­rio de­sa­fi­a­dor e bas­tan­te com­pe­ti­ti­vo, só res­ta de­se­jar-lhe bo­as compras.

ARQUIVO JE

Em de­ter­mi­na­das sec­ções os pro­du­tos lo­cais ba­tem na cor­ri­da aque­les de fo­ra

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Angola

© PressReader. All rights reserved.