Co­mér­cio res­pon­de à de­man­da

Bens de con­su­mo em mas­sa con­ti­nu­am a apre­sen­tar pre­ços bas­tan­te atrac­ti­vos nos úl­ti­mos me­ses uma ac­ção que se evi­den­cia com as su­ces­si­vas pro­mo­ções e for­te pre­sen­ça dos pro­du­tos nas pra­te­lei­ras

Jornal de Economia & Financas - - Finanças - Yo­la do Car­mo

De se­ma­na em se­ma­na a pre­o­cu­pa­ção dos consumidores com os su­per­mer­ca­dos vol­ta-se aos pre­ços dos bens ali­men­ta­res, so­bre­tu­do os que in­te­gram a ces­ta bá­si­ca. A res­pos­ta que vem dos ope­ra­do­res do co­mér­cio ve­zes sem con­ta mos­tra-se bas­tan­te as­ser­ti­va, pois que de épo­ca em épo­ca as pro­mo­ções in­ter­ca­lam a atrac­ção de cli­en­tes com a en­tra­da de no­vos pro­du­tos e ser­vi­ços.

Na ha­bi­tu­al ron­da efec­tu­a­da a cin­co su­per­fí­ci­es co­mer­ci­ais da ci­da­de de Lu­an­da (con­for­me qua­dro à di­rei­ta), o le­van­ta­men­to de pre­ços pro­vou a es­ta­bi­li­da­de do cus­to dos bens es­sen­ci­ais.

O açu­car e o ar­roz são pro­vas evi­den­tes da bai­xa de pre­ços que os pro­du­tos re­gis­tam des­de há me­ses, so­bre­tu­do com a me­di­da de alo­ca­ção es­tra­té­gi­ca de di­vi­sas do BNA ao sec­tor de im­por­ta­ções pa­ra que se ga­ran­ta a pre­sen­ça de bens não pro­du­zi­dos lo­cal­men­te ou que qu­an­do pro­du­zi­dos ain­da o são em quan­ti­da­des que não res­pon­dem à de­man­da de con­su­mo.

A par dis­so, tam­bém se­gue e pa­ra o agra­do dos com­pra­do­res su­ces­si­vas pro­mo­ções.

CONTREIRAS PIPA | EDIÇÕES NO­VEM­BRO

Cli­en­tes re­co­nhe­cem au­men­to do po­der de com­pra fa­ce à que­da dos pre­ços

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