Mais ofer­ta e bai­xos pre­ços

Su­per­mer­ca­dos con­ti­nu­am a de­mons­trar uma ele­va­da ca­pa­ci­da­de de resposta do seu “stock” de bens o que tem ser­vi­do para equi­li­brar ní­veis de pro­cu­ra e ofer­ta dos produtos es­sen­ci­ais e de al­to con­su­mo

Jornal de Economia & Financas - - Finanças - Yo­la do Car­mo

Avi­si­ta aos tra­di­ci­o­nais cin­co su­per­mer­ca­dos de Lu­an­da para o le­van­ta­men­to de pre­ços, es­ta se­ma­na, vi­sou ve­ri­fi­car, uma vez mais, o com­por­ta­men­to dos pre­ços, prin­ci­pal­men­te na vés­pe­ra da qua­dra fes­ti­va.

Em de­ter­mi­na­das sec­ções é vi­sí­vel a cha­ma­da de aten­ção so­bre even­tu­ais pro­mo­ções, na maioria de­las li­ga­das aos elec­tro­do­més­ti­cos. Aliás, nas fa­ses de pro­mo­ções, os su­per­me­ca­dos co­lo­cam ge­ral­men­te à vis­ta do cli­en­te al­gum cha­ma­riz (mer­chan­di­sing).Es­ta se­ma­na, o Ali­men­ta An­go­la, es­tá a pro­mo­ver o açú­car, o lei­te líquido, a farinha de tri­go e ba­na­na de me­sa, de­pois de nas se­ma­nas an­te­ri­o­res ter re­gis­ta­do uma corrida à car­ne bo­vi­na e fu­ba de bom­bó. Nos ha­bi­tu­ais su­per­mer­ca­dos onde pas­sa­mos, os produtos pro­mo­ci­o­nais são os que dão à ca­ra. Por op­ção ou es­tra­té­gia de mar­ke­ting, o po­si­ci­o­na­men­to das pra­te­lei­ras ou fru­ta­ri­as se­guem sem­pre a ló­gi­ca do que atrai fa­cil­men­te os olhos.

Nu­ma se­ma­na em que con­ti­nu­am as pro­mo­ções e bai­xas de pre­ço dos produtos, mes­mo na vés­pe­ra do Na­tal, os cli­en­tes de­mons­tram cer­ta nor­ma­li­da­de, uma vez que con­se­guem comprar mais com me­nos dinheiro.

EDI­ÇÕES NO­VEM­BRO

Produtos bá­si­cos re­gis­tam bai­xa de pre­ço nos prin­ci­pais cen­tros co­mer­ci­ais

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