Em­pre­sá­ri­os iden­ti­fi­cam áre­as para investimento

Ad­mi­nis­tra­dor mu­ni­ci­pal da Gan­da na pro­vín­cia de Ben­gue­la ga­ran­te exis­tir con­di­ções para a cri­a­ção de pe­que­nas indústrias

Jornal de Economia & Financas - - Empresas -

Gru­pos em­pre­sa­ri­ais da ci­da­de de Ben­gue­la vão in­ves­tir em bre­ve na in­dús­tria de trans­for­ma­ção de fru­tas, mi­lho e sal­si­cha­ria do mu­ni­cí­pio da Gan­da.

A in­ten­ção sur­ge na sequên­cia de um con­vi­te for­mu­la­do pe­lo ad­mi­nis­tra­dor lo­cal, para que os gru­pos Sa­li­na Ca­lom­bo­lo, Pin­to e Mady, pu­des­sem iden­ti­fi­car as pos­sí­veis e po­ten­ci­ais áre­as de in­ves­ti­men­tos na lo­ca­li­da­de.

Em de­cla­ra­ções à An­gop, em­pre­sá­rio Adé­ri­to Arei­as re­fe­riu que, de acor­do com a exis­tên­cia de bas­tan­tes fru­tas de ana­nás, man­ga, bem co­mo mi­lho em abun­dân­cia e ani­mais, de­ve-se es­tu­dar as for­mas de ins­ta­lar-se uma fá­bri­ca de con­ser­vas de fru­tas (su­mos e com­po­tas) para ab­sor­ver toda pro­du­ção para sua trans­for­ma­ção.

O em­pre­sá­rio de­fen­deu a cri­a­ção de uma pe­que­na in­dús­tria para trans­for­mar car­nes, bem co­mo o an­ti­go Bu­ça­co e mo­a­gei­ra que po­dem pro­du­zir fa­re­los e ra­ções de mi­lho para co­mer­ci­a­li­zar e co­lo­car to­dos es­ses produtos fo­ra do mer­ca­do lo­cal.

Adé­ri­to Areia ga­ran­tiu que vai abrir nos pró­xi­mos tem­pos, na Gan­da, uma pe­que­na fá­bri­ca trans­for­ma­ção do mi­lho, con­cen­tra­do de su­mos e tam­bém um ma­ta­dou­ro de suí­nos.

O em­pre­sá­rio as­so­cia-se a es­te investimento, de­vi­do à re­ac­ti­va­ção da pro­du­ção do ca­fé, de mo­do a cri­ar um circuito mer­can­til fun­ci­o­nal com pers­pec­ti­va do cres­ci­men­to e de­sen­vol­vi­men­to da re­gião.

“Para con­cre­ti­za­ção des­te de­si­de­ra­to, tor­na ne­ces­sá­rio po­ten­ci­ar os agen­tes lo­cais, sem es­pe­rar ou­tras pes­so­as para vir to­mar con­tas das fa­zen­das, de­ven­do in­cen­ti­var a ju­ven­tu­de a cri­ar si­ner­gi­as e pre­o­cu­par-se em cul­ti­var e ele­var os ní­veis de pro­du­ção agrí­co­la”dis­se.

Por seu tur­no, o em­pre­sá­rio do Gru­po Cal­mi­to Oc­tá­vio Pin­to de­fen­deu a iden­ti­fi­ca­ção de áre­as jun­to do em­pre­sa­ri­a­do lo­cal para a di­ver­si­fi­ca­ção da pro­du­ção, na qual a Gan­da, cons­trui uma re­gião po­ten­ci­al na pro­du­ção de ce­re­ais e ou­tros produtos do cam­po, cu­jo su­ces­so pas­sa pe­la or­ga­ni­za­ção dos seus agen­tes eco­nó­mi­cos lo­cais.

Oc­tá­vio Pin­to dis­se que se pre­ten­de com is­so in­cen­ti­var uma par­ce­ria para aju­dar os em­pre­sá­ri­os lo­cais en­ve­re­da­rem para o es­pí­ri­to de ges­tão e poupança.

JOÃO GOMES | EDI­ÇÕES NO­VEM­BRO

Em­pre­sá­ri­os na­ci­o­nais e es­tran­gei­ros têm por­tas aber­tas para in­ves­tir na Gan­da

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