QUA­LI­DA­DE DAS OBRAS

Jornal de Economia & Financas - - Primeira Página -

Lu­an­da a quan­tas anda? A mai­or ci­da­de do país é qua­se um “can­tei­ro de obras”, da­do o vo­lu­me de pro­jec­tos imo­bi­liá­ri­os que estão a nas­cer, prin­ci­pal­men­te na sua Bai­xa. Ho­mens, máquinas, ci­men­to, blo­cos, areia, bri­ta e tu­do quan­to faz o “mo­sai­co” da construção ci­vil é o tra­ço ca­rac­te­rís­ti­cos em vá­ri­as ave­ni­das da ca­pi­tal.

Ofun­ci­o­ná­rio pú­bli­co, Al­do Ce­les­ti­no, dis­se que al­gu­mas obras pú­bli­cas têm uma pés­si­ma qua­li­da­de, ten­do acon­se­lha­do ao Go­ver­no mai­or ri­gor, por al­tu­ra da con­tra­ta­ção das em­pre­sas cons­tru­to­ras.

O in­ter­lo­cu­tor re­ve­la que a fis­ca­li­za­ção das obras, prin­ci­pal­men­te das es­tra­das, o Exe­cu­ti­vo tem que “mo­ni­to­rar ri­go­ro­za­men­te to­dos os pas­sos que as cons­tru­to­ras es­ti­ve­rem a fa­zer para ter­mos vi­as du­rá­veis e com qua­li­da­de”.

Por sua vez, Hé­lio Cu­nha, fun­ci­o­ná­rio pú­bli­co, en­ten­de que a fis­ca­li­za­ção de­ve con­tro­lar me­lhor a qua­li­da­de das obras.

“Pen­so que até nes­tes edi­fí­ci­os es­pa­lha­dos pe­la ci­da­de de Lu­an­da, exis­tem vá­ri­as ir­re­gu­la­ri­da­des. Temos de ve­lar pe­los cri­té­ri­os téc­ni­cos e cri­ar ca­nais de fis­ca­li­za­ção efec­ti­va, para acom­pa­nhar os pro­jec­tos e exi­gir que se atin­ja os pa­drões mí­ni­mos de qua­li­da­de”, des­ta­cou de­pois de fri­sar que “que­re­mos ver o país ca­da vez mais or­ga­ni­za­do e bo­ni­to”.

VÂNIA INÁ­CIO

Hé­lio Cu­nha Fun­ci­o­ná­rio pú­bli­co

RE­GI­NA HANDA

Al­do Ce­les­ti­no Fun­ci­o­ná­rio pú­bli­co

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