Abre a tem­po­ra­da das fru­ta­ri­as

Com­pa­re na ta­be­la o cus­to do qui­lo­gra­ma de ca­da uma das va­ri­e­da­des de fru­tas es­co­lhi­das nes­sa sec­ção

Jornal de Economia & Financas - - Finanças - Re­gi­na Han­da

Amá­xi­ma de que co­me-se pri­mei­ro com os olhos pa­re­ce ser a ló­gi­ca de­ter­mi­nan­te na de­fi­ni­ção do que co­lo­car à entrada dos su­per­mer­ca­dos. Ao que apu­ra­mos, na mai­o­ria das uni­da­des de re­ta­lho de Lu­an­da, na­que­las on­de fa­ze­mos le­van­ta­men­to de pre­ços se­ma­nais, pa­re­ce ser esta a de­ci­são pa­ra con­vi­dar o “ape­ti­te” às com­pras do cli­en­te.

O téc­ni­co de mar­ke­ting, Jo­sué Adão, diz que a op­ção por re­gra é dos ges­to­res dos es­pa­ços co­mer­ci­ais, mas que es­tes são re­sul­ta­do da ob­ser­va­ção do com­por­ta­men­to dos com­pra­do- res den­tro do su­per­mer­ca­do. Ou se­ja, atra­vés das câ­ma­ras de vi­gi­lân­cia tam­bém são es­tu­da­dos os com­por­ta­men­tos e os si­nais (ges­tos) do cli­en­te. A es­tas fer­ra­men­tas jun­ta-se a ava­li­a­ção do flu­xo de stock, on­de o que tem mai­or saí­da num da­do pe­río­do de­ve es­tar num lo­cal mais vi­sí­vel e de rá­pi­do aces­so.

Jo­sué Adão diz mes­mo que nas uni­da­des co­mer­ci­ais, ca­so con­cre­to dos su­per­mer­ca­dos, há equi­pas de mar­ke­tei­ros, aos quais a ad­mi­nis­tra­ção dá a li­ber­da­de de de­fi­nir a cam­pa­nha e ar­ru­ma­ção das lo­jas. “O ob­jec­ti­vo fi­nal é ele­var o lu­cro das ven­das”.

DR

Em re­gra a mai­o­ria dos su­per­mer­ca­dos co­lo­ca as fru­tas bem lo­go à entrada

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