Im­por­ta­ção es­tá a re­du­zir

Jornal de Economia & Financas - - Destaque -

Da­dos do Ins­ti­tu­to Na­ci­o­nal de Es­ta­tís­ti­ca di­vul­ga­dos no ano pas­sa­do apon­tam que An­go­la im­por­tou no pri­mei­ro tri­mes­tre, o equi­va­len­te a 69.806 mi­lhões de kwan­zas (356 mi­lhões de eu­ros) em pro­du­tos agrí­co­las, além de 30.271 mi­lhões (155 mi­lhões) em ali­men­tos.

“Se­me­ar pa­ra de­pois co­lher”foi o “slo­gan” que do­mi­nou a cam­pa­nha agrícola pas­sa­da.

O que se quer é ti­rar mai­or pro­vei­to da ter­ra, ao pon­to de pro­du­zir bens ali­men­ta­res não só pa­ra o pró­prio con­su­mo, mas tam­bém pa­ra a ex­por­ta­ção.

Es­ti­ma-se que mais de dois mi­lhões de fa­mí­li­as an­go­la­nas vi­vem da agri­cul­tu­ra, pro­por­ci­o­nan­do em­pre­go pa­ra 2,4 mi­lhões de pes­so­as, nu­ma al­tu­ra em que o sec­tor con­tro­la 13 mil ex­plo­ra­ções em­pre­sa­ri­ais.

O país tem 35 mi­lhões de hec­ta­res de ter­ras ará­veis pa­ra a prá­ti­ca da agri­cul­tu­ra, sen­do que cin­co mi­lhões de hec­ta­res (14%) têm si­do cul­ti­va­das, além de uma fai­xa ir­ri­gá­vel de se­te mi­lhões de hec­ta­res, me­ta­de dos quais de ex­plo­ra­ção tra­di­ci­o­nal.

Con­ta com uma re­de hi­dro­grá­fi­ca cons­ti­tuí­da por 47 ba­ci­as e com um po­ten­ci­al hí­dri­co es­ti­ma­do em 140 mil mi­lhões de me­tros cú­bi­cos. AE

Colheita de mi­lho em gran­de es­ca­la

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