Qua­dro de hon­ra

Jornal dos Desportos - - ABERTURA -

As emo­ções es­tão ao ru- bro no cam­pe­o­na­to na­ci­o­nal de fu­te­bol da pri­mei­ra di­vi­são. As aten­ções es­tão fo­ca­das, na con­di­ção in­de­fi­ni­da das coi­sas, no to­po da ta­be­la clas­si­fi­ca­ti­va on­de o 1º de Agos­to re­as­su­miu a li­de­ran­ça, à saí­da da 10ª ron­da, con­tu­do, no en­cal­ço es­tão as for­ma­ções do Pe­tro de Lu­an­da, Ka­bus­corp e Sa­gra­da Es­pe­ran­ça.

Tu­do in­di­ca, pe­lo an­dar das coi­sas, que as equi­pas da li­nha da fren­te só dependem de si mes­mas pa­ra se sa­gra­rem cam­peãs da pri­mei­ra vol­ta, a cin­co jor­na­das, bas­ta pa­ra o efei­to evi­tar os des­li­zes que em com­pe­ti­ção ocor­rem quan­do me­nos es­pe­ra­mos. A lu­ta ad­vi­nha-se re­nhi­da até à 15 ª ron­da.

Nas úl­ti­mas edi­ções do Gi­ra­bo­la , as di­rec­ções do 1º de Agos­to, do Ka­bus­corp, do Pe­tro e do Re­cre­a­ti­vo do Li­bo­lo, , não se pou­pa­ram a es­for­ços pa­ra a cri­a­ção de con­di­ções pa­ra as equi­pas con­quis­ta­rem po­si­ções hon­ro­sas na clas­si­fi­ca­ção.

Aliás, es­te le­que de equi­pas têm do­mi­na­do os úl­ti­mos cam­pe­o­na­tos. Mes­mo o 1º de Agos­to, sub­me­ti­do a um je­jum de dez edi­ções, esteve per­to de sa­cu­dir a cri­se em 2015 quan­do ter­mi­nou a pro­va com a mes­ma pon­tu­a­ção em re­la­ção ao en­tão cam­peão, Re­cre­a­ti­vo do Li­bo­lo, a de­ci­são re­sul­tou da di­fe­ren­ça no "go­al - ave­ra­ge". En­tre­tan­to, a edi­ção pas­sa­da foi de­ci­si­va. A equi­pa in­ves­tiu to­do o seu ca­pi­tal, e com um plan­tel de lu­xo, em que pon­ti­fi­ca­vam Gel­son e Ary Pa­pel so­brepôs-se a to­dos os con­cor­ren­tes, cha­mou a si a con­quis­ta do tí­tu­lo, nu­ma es­pé­cie de de­vo­lu­ção da mís­ti­ca aos ru­bro -ne­gros.

A tur­ma do "Ei­xo-Viá­rio", que na épo­ca pas­sa­da mos­trou to­da a gar­ra, é ou­tro ad­ver­sá­rio a ter con­ta. Pa­ra a pre­sen­te edi­ção, en­trou com a mes­ma de­ter­mi­na­ção, tal co­mo es­pe­lha a po­si­ção clas­si­fi­ca­ti­va. Na ver­da­de, es­tá a fa­zer um cam­pe­o­na­to dis­cre­to, cal­mo, tran­qui­lo, e nes­te rit­mo vai pa­vi­men­tan­do a es­tra­da que po­de le­vá-la ao su­ces­so.

O Ka­bus­corp foi até aqui, a gran­de ani­ma­ção da pro­va, por ra­zões que nos ul­tra­pas­sam, es­tá a ce­der ter­re­no, jor­na­da após jor­na­da. É cla­ro que não é mo­ti­vo bas­tan­te pa­ra ris­cá-lo da lis­ta de can­di­da­tos. Mas pre­ci­sa de acer­tar o seu jo­go, sob pe­na de na se­gun­da vol­ta ser afas­ta­do do se­lec­to gru­po dos po­ten­ci­ais can­di­da­tos.

Não va­mos fa­lar do Re­cre­a­ti­vo do Li­bo­lo, que pre­ci­sa de acer­tar o seu ca­len­dá­rio, pa­ra ter­mos uma vi­são mais exac­ta da sua ambição. Mas não dei­xa por is­so, de ser um po­ten­ci­al can­di­da­to. Ain­da não per­deu es­se es­ta­tu­to.

Nas úl­ti­mas edi­ções do Gi­ra­bo­la, as di­rec­ções do 1º de Agos­to, do Ka­bus­corp, do Pe­tro e do Re­cre­a­ti­vo do Li­bo­lo, não se pou­pa­ram a es­for­ços pa­ra a cri­a­ção de con­di­ções pa­ra as equi­pas con­quis­ta­rem po­si­ções hon­ro­sas na las­si­fi­ca­ção. Aliás, es­te le­que de equi­pas têm do­mi­na­do os úl­ti­mos cam­pe­o­na­tos.

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