Di­ri­gen­te pe­de ati­tu­de à se­lec­ção

Cin­co na­ci­o­nal jo­ga com Se­ne­gal pa­ra as mei­as-fi­nais

Jornal dos Desportos - - MODALIDADES - GAU­DÊN­CIO HAMELAY |- LUBANGO

Ama­nhã, co­me­çam as de­ci­sões em Tu­nis, pa­ra che­gar a fi­nal da 29ª edi­ção do Cam­pe­o­na­to Afri­ca­no das Na­ções sé­ni­or mas­cu­li­na. Os co­ra­ções em An­go­la es­tão em ten­são, e a re­cei­ta pa­ra os acal­mar, vem da ci­da­de de Lubango. A en­tra­da cau­te­lo­sa e a aten­ção cer­ra­da nas tran­sac­ções de­fe­sa -ata­que do Se­ne­gal, cons­ti­tu­em os pon­tos for­tes do "me­nú" do se­cre­tá­rio-ge­ral da As­so­ci­a­ção Pro­vin­ci­al de Basquetebol da Huí­la, Di­o­go Gomes.

O di­ri­gen­te des­por­ti­vo de­fen­de, que a se­lec­ção na­ci­o­nal de­ve es­tu­dar os pon­tos for­tes do jogo com o Se­ne­gal, pa­ra ob­ter o pas­se de aces­so às mei­as-fi­nais. O con­jun­to li­de­ra­do por Ma­nu­el da Sil­va "Gi", de­ve es­tar es­cla­re­ci­da e con­cen­tra­da nas tran­si­ções de de­fe­sa - ata­que, boa ati­tu­de ofen­si­va e de­fen­si­va, e os mais ex­pe­ri­en­tes de­vem pu­xar e tran­qui­li­zar os mais no­vos (es­tre­an­tes) pa­ra que pos­sam con­tri­buir de for­ma po­si­ti­va no jogo.

"Se a se­lec­ção não es­ti­ver acau­te­la­da, do mo­de­lo de jogo do Se­ne­gal, po­de­mos não ter su­ces­so no jogo. Com al­gum es­for­ço, res­pon­sa­bi­li­da­de e es­pí­ri­to de mis­são, os nos­sos atle­tas po­dem le­var de ven­ci­da o ad­ver­sá­rio, não obs­tan­te, a pres­são exis­ten­te à vol­ta do jogo. A im­pren­sa in­ter­na­ci­o­nal con­si­de­ra o úl­ti­mo jogo dos quar­tos de fi­nais, uma fi­nal an­te­ci­pa­da", dis­se.

Di­o­go Gomes re­al­çou, que nos jo­gos da pri­mei­ra fa­se, a se­lec­ção na­ci­o­nal fez dois jo­gos atí­pi­cos di­an­te de Ugan­da e de Mar­ro­cos. Com o se­gun­do, per­deu. A ex­cep­ção ocor­reu no ter­cei­ro com RCA, em que saiu vi­to­ri­o­sa. Por ou­tro la­do, cons­ta­tou-se fal­ta de ro­da­gem do ban­co. Os es­tre­an­tes são pou­co uti­li­za­dos. Ago­ra, Ma­nu­el da Sil­va de­ve dar-lhes opor­tu­ni­da­de pa­ra le­var de ven­ci­da o Se­ne­gal.

"O Se­ne­gal é uma equi­pa for­te, e can­di­da­ta ao tí­tu­lo afri­ca­no, a par da Tu­ní­sia. Os seus jo­gos são de al­to ní­vel com­pe­ti­ti­vo. To­da­via, te­mos es­pe­ran­ças de que An­go­la con­si­ga o pas­se de aces­so pa­ra as mei­as fi­nais, com a aju­da de jo­vens atle­tas; o gru­po ain­da não es­gri­miu a fi­lo­so­fia de jogo que o trei­na­dor quer ", dis­se.

Di­o­go Gomes sa­li­en­tou, que An­go­la che­gou ao Afro­bas­ket'2017 sem o cin­co ini­ci­al, que fa­ça fren­te aos ad­ver­sá­ri­os. No his­tó­ri­co da se­lec­ção na­ci­o­nal, não há re­gis­to de tan­ta fra­gi­li­da­de no iní­cio das par­ti­das, nos úl­ti­mos dez anos."Is­so, faz com que per­ca­mos sem­pre no pri­mei­ro se­te, há mui­tas per­das de bo­las, e clau­di­ca­mos na de­fe­sa. O gru­po ha­bi­tu­ou os an­go­la­nos a vi­tó­ri­as. As der­ro­tas dei­xam os co­ra­ções mais amar­gu­ra­dos", re­fe­riu.

Di­o­go Ro­dri­gues de­fen­de mais tempo de jogo aos no­va­tos

KINDALA MA­NU­EL | TUNÍS | EDI­ÇÕES NO­VEM­BRO

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