1º DE AGOSTO PRECISA DE DEZASSETE PONTOS PA­RA REVALIDAR O TÍTULO

Go­lo do de­fe­sa Bo­bó po­de ser de­ter­mi­nan­te pa­ra os cál­cu­los

Jornal dos Desportos - - PORTADA - JORGE NETO

Quan­do fal­tam seis jo­gos pa­ra o fi­nal do Girabola Zap, a equi­pa do 1º de Agosto faz con­tas, e precisa de 17 pontos na ba­ga­gem pa­ra revalidar a con­quis­ta do título de cam­peão na­ci­o­nal.

O ac­tu­al lí­der do cam­pe­o­na­to, com 54 pontos, de­pen­de de si pró­prio pa­ra man­ter a pos­se do título, con­quis­ta­do no ano pas­sa­do, pois, dos 18 pontos pos­sí­veis em seis jor­na­das, ne­ces­si­ta de 17, sem pen­sar nu­ma even­tu­al es­cor­re­ga­de­la dos pe­tro­lí­fe­ros, e vi­ce-ver­sa.

O go­lo do de­fe­sa cen­tral con­go­lês de­mo­crá­ti­co Bo­bó, po­de ser de­ter­mi­nan­te nos cál­cu­los do con­jun­to ori­en­ta­do pe­lo bós­nio Dra­gan Jo­vic, pois, tem de ven­cer os seis ad­ver­sá­ri­os a de­fron­tar (to­ta­li­za 72 pontos) e ain­da po­de des­per­di­çar um pon­to em re­la­ção ao mais di­rec­to per­se­gui­dor (so­ma 71, o má­xi­mo que os tri­co­lo­res po­dem atin­gir).

A vitória de do­min­go no Es­tá­dio 11 de No­vem­bro, co­lo­cou os agos­ti­nos nu­ma po­si­ção van­ta­jo­sa, dei­xa­ram a se­gun­da po­si­ção que ocu­pa­vam, pa­ra as­su­mi­rem a li­de­ran­ça da com­pe­ti­ção a seu fa­vor têm o fac­to de nos con­fron­tos en­tre si, re­gis­ta­rem uma vitória e lo­gra­do o em­pa­te nu­lo na pri­mei­ra vol­ta em ca­sa do ad­ver­sá­rio.

Tal co­mo re­fe­riu o mé­dio de­fen­si­vo, Ma­nu­cho Di­nis, um dos ca­pi­tães da equi­pa, o clás­si­co era de­ci­si­vo, pois no mo­men­to das con­tas fi­nais be­ne­fi­cia o ven­ce­dor dos jo­gos en­tre si, co­mo su­ce­deu na épo­ca de 2015, quan­do per­de­ram o cam­pe­o­na­to ao fi­na­li­zar os mes­mos 60 pontos com o Re­cre­a­ti­vo do Li­bo­lo. O ce­ná­rio ac­tu­al co­lo­ca os agos­ti­nos em boa po­si­ção, ou se­ja, sa­gram-se cam­peões, ca­so ter­mi­nem o Girabola Zap com os mes­mos pontos que o Pe­tro de Lu­an­da.

Um pon­to os se­pa­ra (54-53), os mi­li­ta­res têm ain­da uma mar­gem mí­ni­ma de er­ro, po­dem des­per­di­çar um pon­to, ca­so as du­as equi­pas man­te­nham o em­ba­lo na cor­ri­da pe­lo título.

Os ru­bro - ne­gros vão dis­cu­tir a re­va­li­da­ção do título em Lu­an­da, vi­si­tam o Pro­gres­so do Sam­bi­zan­ga, re­ce­bem o Re­cre­a­ti­vo do Li­bo­lo, des­lo­cam­se ao en­con­tro do In­ter­clu­be, re­cep­ci­o­nam o Pro­gres­so da Lun­da - Sul, vi­si­tam o ASA, e ter­mi­nam o cam­pe­o­na­to di­an­te do Ka­bus­corp do Pa­lan­ca.

Ape­sar de de­ci­di­rem o título, na ca­pi­tal do país, os lí­de­res da pro­va não ga­ran­tem que os 17 pontos, pe­lo me­nos, es­te­jam no "pa­po", da­do o va­lor e as am­bi­ções dos ad­ver­sá­ri­os com quem de­fron­tam na ca­mi­nha­da, pe­lo con­trá­rio, pre­vê-se mui­to di­fí­cil.

Ac­tu­al lí­der do cam­pe­o­na­to de­pen­de de si pró­prio pa­ra man­ter o título

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