“Po­de­mos me­lho­rar em ca­sa”

Jornal dos Desportos - - FUTEBOL - A.FÉLIX

O treinador do Mas­ters do Ma­lawi, Ab­bas Ma­kawa, pe­diu cal­ma aos seus jo­ga­do­res e di­ri­gen­tes da equi­pa, di­zen­do que a go­le­a­da (50) é ape­nas uma der­ro­ta e não uma hu­mi­lha­ção. "Per­de­mos por cin­co go­los, mas não de­ve­mos chorar, te­mos de tra­ba­lhar bas­tan­te", dis­se o téc­ni­co, acres­cen­tan­do que "não es­pe­rá­va­mos per­der. Se eles mar­ca­ram cin­co po­de­mos con­se­guir o mes­mo na se­gun­da mão". No en­tan­to, o dono da equi­pa, Al­fred Gan­ga­ta, pa­re­ceu ati­rar já a "to­a­lha ao ta­pe­te", ao su­bli­nhar que o jo­go da se­gun­da mão, a 20 de Fevereiro pró­xi­mo, no es­tá­dio Na­ci­o­nal Bin­gu, na cidade de Li­longwe (Ma­lawi), se­rá pa­ra "me­ra for­ma­li­da­de".

Pa­ra o mes­mo, a equi­pa do Mas­ters ape­nas deu con­ta de si mes­mo gran­de par­te da primeira me­ta­de do jo­go em que re­te­ve os do­nos da ca­sa (pe­tro­lí­fe­ros) no seu meio cam­pos.

"Mas a par­tir dos 40 mi­nu­tos a equi­pa co­me­çou a ce­der ao so­frer o pri­mei­ro golo. Ve­ja que em oi­to mi­nu­tos so­fre­mos três go­los". Quer di­zer que o Petro de Lu­an­da no côm­pu­to das du­as mãos pode qua­li­fi­car-se pa­ra a se­gun­da fa­se, dei­xan­do o Mas­ter Se­cu­rity do Ma­lawi e pode vir a me­dir for­ças, na fa­se se­guin­te, com o Su­pers­port Uni­ted da Áfri­ca do Sul, nes­ta Ta­ça da Con­fe­de­ra­ção, de que é de­ten­tor do tí­tu­lo o TP Ma­zem­be da Re­pú­bli­ca De­mo­crá­ti­ca do Congo.

KINDALA MA­NU­EL

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