A HIS­TO­RIA DE

AMOR DE Lei­la Lo­pes & Osi Umenyiora

Super Fashion - - Front Page -

Há casamentos ines­que­cí­veis, que emocionam um país, que dei­xam to­da a gen­te com o co­ra­ção na gar­gan­ta, a ba­ter de emo­ção. Foi as­sim a união de Lei­la Lo­pes e Osi Umenyiora. A Miss Uni­ver­so 2011 é ago­ra mu­lher do jo­ga­dor da Li­ga de Fu­te­bol ame­ri­ca­na, de ori­gem ni­ge­ri­a­na, e deu o “sim” fren­te a mui­tas de­ze­nas de con­vi­da­dos que pre­sen­ci­a­ram as su­as ju­ras de amor eter­no. A mais bela das be­las do uni­ver­so ca­sou pe­lo ci­vil a 29 de maio e no dia se­guin­te pe­la igre­ja. Pa­ra ma­dri­nha, es­co­lheu tam­bém al­guém mui­to es­pe­ci­al - a Pri­mei­ra Da­ma, Ana Paula dos San­tos.

Já é uma mu­lher ca­sa­da. Sem­pre foi o so­nho da sua vi­da ou foi o “prín­ci­pe en­can­ta­do” que a fez mu­dar de idei­as? Sem­pre foi um so­nho, mas de­vo con­fes­sar que a che­ga­da do prín­ci­pe fez com que o so­nho se re­a­li­zas­se mais ce­do do que eu es­pe­ra­va. Es­tá li­te­ral­men­te a vi­ver o seu con­to de fa­das? Com cer­te­za. É um so­nho do qual de­se­jo nun­ca des­per­tar. (ri­sos) Co­mo co­nhe­ceu o seu noi­vo? Ain­da se lem­bra des­se mo­men­to? Per­ce­beu ime­di­a­ta­men­te que ele era o “tal”? Co­nhe­ci-o num fashi­on show, por in­ter­mé­dio de ami­gos. Não per­ce­bi ime­di­a­ta­men­te que ele era o “tal” mas umas se­ma­nas de­pois... já sen­tia que es­ta­va apai­xo­na­da e mor­ti­nha de amo­res por ele. A noi­va é sem­pre o cen­tro das aten­ções, mas qu­em já foi Miss Uni­ver­so es­tá ha­bi­tu­a­da a is­so. Es­tes dois di­as po­dem-se com­pa­rar? Eu es­ta­va tão emo­ci­o­na­da e fe­liz com o meu mo­men­to noi­va que não me lem­brei de mim co­mo Miss Uni­ver­so. Am­bos os mo­men­tos fo­ram es­pe­ci­ais, chei­os de for­tes emo­ções e lin­das me­mó­ri­as que vão fi­car pa­ra sem­pre guar­da­dos no meu co­ra­ção. Con­te-nos so­bre o seu ves­ti­do. Qu­em o as­si­na? Pe­lo que sei não foi uma es­co­lha pre­ci­pi­ta­da...

Em en­tre­vis­ta ex­clu­si­va à Su­per Fashi­on, Lei­la Lo­pes diz que es­tá a vi­ver um con­to de fa­das ao ca­sar-se com Osi Umenyiora, con­ta co­mo es­co­lheu os ves­ti­dos de noi­va, co­mo An­go­la en­can­tou os con­vi­da­dos es­tran­gei­ros, on­de vão pas­sar a lua-de-mel e vi­ver... E diz ain­da

que no dia do ca­sa­men­to nem se lem­brou que ti­nha si­do Miss Uni­ver­so

O da ce­ri­mó­nia ci­vil foi fei­to pe­lo es­ti­lis­ta bra­si­lei­ro Ale­xan­dre Dutra. E o da ce­ri­mó­nia re­li­gi­o­sa é do es­ti­lis­ta li­ba­nês Zuhair Mu­rad. Foi di­fí­cil a es­co­lha? Ti­nha uma ideia ini­ci­al ou par­tiu a ze­ros e acei­tou as pro­pos­tas que lhe fi­ze­ram? Sem­pre so­nhei ca­sar-me de ves­ti­do lon­go, es­ti­lo prin­ce­sa, com di­rei­to a véu e gri­nal­da. A es­co­lha não foi pre­ci­pi­ta­da! Lem­bro-me que a mi­nha ma­dri­nha me en­vi­ou os ves­ti­dos da co­lec­ção do Zuhair e, a prin­cí­pio, gos­tei lo­go de três ves­ti­dos e co­me­cei lo­go a fi­car in­de­ci­sa... Ela dis­se-me pa­ra não ter pres­sa, pois ha­via ves­ti­dos lin­dos. Foi quan­do vi o quar­to ves­ti­do e não mais ti­rei os olhos de­le. Dis­se à mi­nha ma­dri­nha que aque­le era o tal e ela tam­bém gos­tou mui­to. A pre­pa­ra­ção do ca­sa­men­to foi mui­to stres­san­te? Ou te­ve bas­tan­te aju­da? Gra­ças a Deus ti­ve mui­ta aju­da, sim. Pen­sei que não iria ser uma noi­va stres­sa­da, mas fui e mui­to. (ri­sos) Qu­em de­ci­diu os por­me­no­res, as flo­res da igre­ja, o bo­lo, os pre­sen­tes pa­ra os con­vi­da­dos, etc? O meu ca­sa­men­to pa­ra mim foi um ver­da­dei­ro con­to de fa­da. E em to­do o con­to de fa­da, há sem­pre uma lin­da fa­da ma­dri­nha que faz com que tu­do se tor­ne lin­do, ilu­mi­na­do, co­lo­ri­do e per­fei­to. Fez ques­tão de ca­sar na sua ter­ra. Era mui­to im­por­tan­te pa­ra si? Era im­por­tan­te par­ti­lhar es­te mo­men­to lin­do com os que me que­rem bem. É tam­bém uma for­ma de ho­me­na­ge­ar An- go­la e os angolanos? Sim. As pes­so­as que vi­e­ram de fo­ra fi­ca­ram en­can­ta­das com o país e com o po­vo an­go­la­no e eu fi­quei to­da or­gu­lho­sa, co­mo sem­pre!!! Amo ver as pes­so­as saí­rem de An­go­la com uma ideia com­ple­ta­men­te di­fe­ren­te da que ti­nham quan­do che­ga­ram. Que­ria uma bo­da ín­ti­ma. Con­se­guiu cum­prir es­se de­se­jo ou no en­tu­si­as­mo aca­bou por con­vi­dar mui­ta gen­te? Con­se­gui reu­nir boa par­te dos ami­gos e fa­mi­li­a­res. Afi­nal, es­te é um dia es­pe­ci­al, pa­ra re­cor­dar pa­ra to­da a vi­da e ter os ami­gos e a fa­mí­lia pre­sen­te é o so­nho de qual­quer noi­va... Pen­so que o so­nho de to­da a noi­va é que tu­do cor­ra da me­lhor ma­nei­ra pos­sí­vel e que to­do mun­do à sua vol­ta es­te­ja fe­liz.

E a lua-de-mel on­de vai ser? Pri­mei­ro va­mos à Tur­quia e à Suí­ça e mais tar­de à Gré­cia. Uma no­va eta­pa na vi­da exi­ge tam­bém que se es­ti­pu­lem re­gras, nes­te ca­so pa­ra vi­ver a dois. Já fez o seu ca­der­no de en­car­gos com o seu noi­vo, di­vi­são de ta­re­fas, o es­pa­ço de ca­da um, etc... Fe­liz­men­te, du­ran­te o tem­po em que es­ti­ve­mos noi­vos con­se­gui­mos es­ti­pu­lar as re­gras que acha­mos ne­ces­sá­ri­as pa­ra uma boa vi­da a dois. Noi­va an­go­la­na, noi­vo ni­ge­ri­a­no a jo­gar nos Es­ta­dos Uni­dos, um ver­da­dei­ro tri­ân­gu­lo... On­de vão mo­rar? Em New Jer­sey ou No­va Ior­que. Foi a Lei­la que de­co­rou o no­vo ni­nho de amor? Ain­da es­ta­mos à pro­cu­ra do no­vo ni­nho, mas já acer­tá­mos que se­rei eu a de­co­rar. (ri­sos) Dis­se-nos nu­ma en­tre­vis­ta an­te­ri­or que gos­ta­ria de ter três fi­lhos, um adop­ta­do. Ain­da man­tém es­te de­se­jo? Man­te­nho sim. En­tão pa­ra quan­do o pri­mei­ro fi­lho? Ou que­rem go­zar uns anos de lua-de-mel? Qu­e­ro go­zar um pou­co mais. Por­que quer adop­tar uma cri­an­ça? Acho a ado­ção um ges­to bo­ni­to, uma ver­da­dei­ra de­mons­tra­ção de amor ao pró­xi­mo. Gos­to de ver cri­an­ças fe­li­zes e sau­dá­veis. Se pu­des­se ado­ta­va mais. Já pen­sou se se­rá an­go­la­na? Qu­e­ro uma cri­an­ça an­go­la­na mas é im­por­tan­te que o Osi quei­ra tam­bém. A ado­ção é uma ati­tu­de so­li­dá­ria, mas tam­bém mui­to co­ra­jo­sa. Quer dei­xar al­gu­ma men­sa­gem aos ca­sais angolanos, no­me­a­da­men­te aos que não têm fi­lhos? É im­por­tan­te que o ca­sal es­te­ja em to­tal sin­to­nia e de acor­do com to­dos os pro­ce­di­men­tos ne­ces­sá­ri­os pa­ra a ado­ção, que acre­di­to não ser um pro­ces­so fá­cil e que ve­zes re­quer mui­ta pa­ci­ên­cia por par­te do ca­sal. Com es­ta no­va fa­se na sua vi­da, co­mo fi­cam os pro­je­tos pro­fis­si­o­nais? Na­da mu­dou, vou con­ti­nu­ar com os meus pro­jec­tos pro­fis­si­o­nais. Quer par­ti­lhar com os lei­to­res da Su­per Fashi­on uma de­cla­ra­ção de amor ao seu ma­ri­do? Osi, tu és o amor­zi­nho da mi­nha vi­da!

POR MA­RIA SAN­TOS FO­TO­GRA­FIA AN­TÓ­NIO GA­MI­TO

POR MA­RIA SAN­TOS FO­TO­GRA­FIA AN­TÓ­NIO GA­MI­TO

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Angola

© PressReader. All rights reserved.