Len­das do des­por­to

Super Fashion - - Bling -

de­pois cal­ça­do pa­ra ou­tras mo­da­li­da­des. Mas Adi con­ti­nu­a­va a que­rer pro­por­ci­o­nar cal­ça­do con­for­tá­vel aos atle­tas. Os Jo­gos Olím­pi­cos pas­sa­ram a ser uma mon­tra pa­ra a Adi­das, so­bre­tu­do quan­do os atle­tas co­me­ça­ram a su­bir ao pó­dio com sa­pa­tos da mar­ca.

Se­ria exaus­ti­vo no­me­ar as ve­zes que atle­tas que en­ver­ga­vam Adi­das ga­nha­ram me­da­lhas em olim­pía­das e ou­tras com­pe­ti­ções. Ou as se­le­ções na­ci­o­nais que ves­te. Ou tam­bém a for­ma co­mo ali­ou a tec­no­lo­gia às su­as cri­a­ções de cal­ça­do. Sem­pre com o ob­je­ti­vo de tor­nar mais fá­cil o de­sem­pe­nho dos atle­tas. Um dos seus té­nis mais fa­mo­sos, são os Pre­da­tor, lan­ça­dos nos anos 90, pa­ra per­mi­tir um chu­to com mais po­tên­cia. Fo­ram ga­nhan­do no­vos mo­de­los a ca­da ano, sem­pre mais efi­ca­zes. gos Olím­pi­cos, os mun­di­ais de fu­te­bol, a li­ga ame­ri­ca­na de bas­que­te­bol são as su­as gran­des apostas. Mas tam­bém apos­ta in­di­vi­du­al­men­te em atle­tas. No­mes lendários co­mo Muham­mad Ali, Franz Bec­ken­bau­er e Zi­ne­di­ne Zi­da­ne, Beckham e mais re­cen­te­men­te Le­o­nel Mes­si, Xa­bi Alon­so, Nani, Ca­sil­las, tor­na­ram-se ros­tos das três ris­cas, con­tri­buin­do pa­ra que a mar­ca se tor­nas­se o que é ho­je. Só Cris­ti­a­no Ro­nal­do con­ti­nua a re­sis­tir à mís­ti­ca da mar­ca ale­mã, man­ten­do-se fi­el à Ni­ke.

Uma das cam­pa­nhas mais fa­mo­sas da Adi­das foi lan­ça­da há 12 anos, com o mo­ti­va­dor slo­gan “Im­pos­si­ble is Nothing”, que tra­duz a 100% o de­se­jo de su­pe­rar os li­mi­tes. E pe­ga­va nas his­tó­ri­as de qu­em de­sa­fi­a­va o im­pos­sí­vel: o bo­xeur Muham­mad Ali, o atle­ta Hai­le Ge­br­se­las­sie, os íco­nes do fu­te­bol Da­vid Beckham e Zi­da­ne, o na­da­dor Ian Thor­pe, o cam­peão dos 100 me­tros Mau­ri­ce Gre­e­ne e a es­tre­la da NBA, Tracy MacG­rady.

Foi a cam­pa­nha mais mar­can­te do sé- cu­lo XXI. Mas há um epi­só­dio que fi­ca­rá pa­ra sem­pre na his­tó­ria da Adi­das e que lhe va­leu mais do que mi­li­o­ná­ri­as cam­pa­nhas pu­bli­ci­tá­ri­as. De­cor­ri­am os Jo­gos Olím­pi­cos de Mu­ni­que, em 1972, e o na­da­dor Mark Spitz já es­ta­va a ca­mi­nho de ga­nhar se­te me­da­lhas de ou­ro quan­do re­ce­beu a vi­si­ta de Horst Das­s­ler, fi­lho do fun­da­dor da em­pre­sa, que lhe pe­diu pa­ra usar a mar­ca quan­do su­bis­se ao pó­dio. Mas co­mo as cal­ças dos atle­tas ta­pa­vam as sa­pa­ti­lhas, a so­lu­ção en­con­tra­da foi que Spitz le­vas­se os té­nis na mão... E ele er­gueu-os quan­do ace­nou a agra­de­cer a pú­bli­co! Ape­sar das jus­ti­fi­ca­ções que te­ve de dar ao Co­mi­té Olím­pi­co In­ter­na­ci­o­nal, a ver­da­de é que a Adi­das caiu nas bo­cas do mun­do.

Adi­das é tu­do is­to. His­tó­ria, mo­da, si­nó­ni­mo do es­for­ço dos atle­tas pa­ra ven­ce­rem. Há qu­em di­ga que o no­me da mar­ca re­sul­ta das ini­ci­ais pa­ra All Day I Dre­am About Sports. Mas não. São a jun­ção de Adi com as pri­mei­ras le­tras de Das­s­ler, o no­me do seu fun­da­dor.

A Adi­das tem uma for­te es­tra­té­gia de mar­ke­ting e pu­bli­ci­da­de. Os gran­des acon­te­ci­men­tos des­por­ti­vos, co­mo os Jo-

1. Top em ma­lha BAL­LET BE­AU­TI­FUL 13000 Akz 2. Body­suit LUCAS HUGH 27500 Akz 3. Cal­ças track em jer­sey MONREAL LON­DON 36500 Akz 4. Body­suit em jer­sey elás­ti­co LI­SA MA­RIE FER­NAN­DEZ 38000 Akz. Ta­pe­te de Yo­ga oGour­geus

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