Pe­da­le, pe­la sua saú­de!

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O uso das bi­ci­cle­tas des­ceu do Nor­te da Eu­ro­pa e es­pa­lhou-se por to­da a par­te. Pedalar vi­rou uma mo­da, mes­mo pa­ra qu­em não quer en­trar em pro­vas de ci­clis­mo.

É cool, fo­men­ta o con­ví­vio e faz tan­to bem ao cor­po co­mo à al­ma. Nes­tas coi­sas na­da co­mo os es­tu­dos ci­en­tí­fi­cos pa­ra nos con­ven­cer. A Uni­ver­si­da­de Ale­mã do Des­por­to diz que as pes­so­as que an­dam de bi­ci­cle­ta com re­gu­la­ri­da­de pou­pam nas vi­si­tas ao mé­di­co. As do­res nas cos­tas, o ex­ces­so de pe­so ou do­en­ças car­di­o­vas­cu­la­res fa­zem me­nos mos­sas a qu­em pra­ti­ca es­ta ati­vi­da­de fí­si­ca. Na ver­da­de, an­dar de bi­ci­cle­ta é mais do que uma ati­vi­da­de fí­si­ca, é tam­bém - e so­bre­tu­do - uma ati­vi­da­de so­ci­al com gran­des be­ne­fí­ci­os pa­ra a men­te. E ain­da tem o dom de pro­te­ger o meio am­bi­en­te, já que é um

meio de trans­por­te que não emi­te ga­ses e não po­lui.

Ca­pa­ce­te É mui­to im­por­tan­te o uso do ca­pa­ce­te, que ser­vi­rá de pro­te­ção nu­ma even­tu­al que­da. As co­res cla­ras, ou com re­flec­to­res se qui­ser an­dar de bi­ci­cle­ta à noi­te, são as mais in­di­ca­das. De­ve ajus­tar bem o ca­pa­ce­te pa­ra que te­nha ver­da­dei­ra­men­te a fun­ção de pro­te­ção. Lu­vas Tal co­mo o ca­pa­ce­te, tam­bém têm uma fun­ção de pro­te­ger no ca­so de uma que­da. As lu­vas de­vem ser acol­cho­a­das por den­tro, de for­ma a su­a­vi­zar o con­tac­to com o gui­a­dor. Ócu­los de sol Se vai an­dar de bi­ci­cle­ta de dia, não se es­que­ça de le­var os ócu­los. Pro­te­gem os olhos e evi­tam que fi­que en­can­de­a­do. Pro­te­tor so­lar Po­de pen­sar que não é ne­ces­sá­rio, mas não con­vém ir an­dar de bi­ci­cle­ta ao sol sem pro­te­ger pri­mei­ro a pe­le. Es­pa­lhe-o na ca­ra, nos om­bros e em to­das as partes do cor­po que es­ti­ve­rem ex­pos­tas ao sol. Água É fun­da­men­tal le­var água quan­do vai pedalar. A mai­or par­te das bi­ci­cle­tas já vêm equi­pa­das com uma gar­ra­fa ou com um aces­só­rio pa­ra que pos­sa en­cai­xá-la. En­quan­to an­da de bi­ci­cle­ta é mui­to im­por­tan­te que se hi­dra­te, pois as­sim es­ta­rá a re­por os lí­qui­dos per­di­dos pe­la trans­pi­ra­ção.

A Moy­nat tem uma bi­ci­cle­ta cri­a­da pe­los mes­tres ar­te­sãos Com­pag­nons du De­voir. Ro­mân­ti­ca q.b., a Mal­le Bicy­clet­te tem uma ces­ta com­ple­ta de pi­que­ni­que com ta­lhe­res, co­pos de por­ce­la­na e uma gar­ra­fa tér­mi­ca de alu­mí­nio es­co­va­do. Há até qu­em di­ga que a ces­ta tem um com­par­ti­men­to se­cre­to... A Hermès co­me­çou com o fa­bri­co de se­las e baús pa­ra car­ru­a­gens. Por is­so, não po­de­ria dei­xar de en­trar no mer­ca­do das bi­ci­cle­tas de grif­fe. Flâ­neur, com oi­to ve­lo­ci­da­des, alia a téc­ni­ca ao es­ti­lo: o se­lim é ob­vi­a­men­te em cou­ro. O qua­dro de car­bo­no tor­na-a mui­to le­ve. É ide­al pa­ra o cam­po e pa­ra a ci­da­de. Karl La­ger­feld se­rá uma das mui­tas pes­so­as do mun­do da mo­da que não re­sis­tiu à bi­ci­cle­ta da Mar­to­ne Ci­clis­mo Co, de­sen­vol­vi­da por Lo­ren­zo Mar­to­ne, an­ti­go com­pa­nhei­ro de Marc Ja­cobs. A ideia foi re­du­zir o stress de qu­em a usa, de Pa­ris a No­va Ior­que. Cha­nel c’est tou­jours Cha­nel! Mes­mo quan­do o as­sun­to é pedalar. A bi­ci­cle­ta de­sen­vol­vi­da pe­la grif­fe não fo­ge ao ADN da mar­ca e aos seus có­di­gos de de­sign ime­di­a­ta­men­te iden­ti­fi­cá­veis.

Bi­ci­cle­ta PAUL SMITH 531 819500 Akz

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