Na­dar com gol­fi­nhos e pa­raí­so do surf

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A nor­te da ilha, na praia de Lo­vi­na, atre­va-se a em­bar­car nu­ma ca­noa e a ir des­co­brir gol­fi­nhos no mar. Tam­bém aqui as ex­cur­sões par­tem de ma­dru­ga­da pa­ra ver o nas­cer do sol e pro­cu­rar as cri­a­tu­ras. Quan­do as en­con­trar, ati­re-se à àgua e cum­pra o so­nho de na­dar com gol­fi­nhos em mar aber­to. Snor­kling é ou­tra das ati­vi­da­des que ofe­re­cem di­ver­são ga­ran­ti­da - não é to­dos os di­as que po­de co­nhe­cer a fau­na ma­rí­ti­ma! Mas que di­zer de ir a Bali e não se des­lo­car a Bu­kit, um au­tên­ti­co pa­raí­so na ter­ra pa­ra os sur­fis­tas?

A es­co­lha de­ve re­cair em mó­veis de ma­dei­ra, de pre­fe­rên­cia com li­nhas rec­tas, sem gran­des ela­bo­ra­ções. A sim­pli­ci­da­de de­ve ser a pa­la­vra de or­dem, mas is­so não sig­ni­fi­ca que se de­va ex­cluir os ele­men­tos de­co­ra­ti­vos. Só não de­ve exa­ge­rar. As plan­tas e as ve­las aro­má­ti­cas são es­sen­ci­ais. E não se es­que­ça de dar um lu­gar de des­ta­que a uma fi­gu­ra do bu­da. As­sim, a fi­lo­so­fia e o equi­lí­brio ori­en­tal es­ta­rão sem­pre pre­sen­tes! De na­da va­le que­rer cri­ar um am­bi­en­te zen se o es­pa­ço é di­mi­nu­to ou atra­van­ca­do, cheio de mó­veis e in­tran­si­tá­vel. A de­co­ra­ção ins­pi­ra­da na fi­lo­so­fia zen pe­de es­pa­ços aber­tos, mó­veis bai­xos e dis­pen­sa o que não é es­sen­ci­al. O im­por­tan­te é ter "cor­re­do­res" que per­mi­tam que a ener­gia flua. Se ti­ver que cri­ar di­vi­sões do es­pa­ço, op­te por bi­om­bos, te­ci­dos le­ves e trans­pa­ren­tes ou até mes­mo vi­dros. Quem dis­se que não po­de ter o seu spa pri­va­ti­vo? Trans­for­me a sua ca­sa de ba­nho num es­pa­ço de des­con­tra­ção e har­mo­nia. Sais e óle­os aro­má­ti­cos e re­la­xan­tes, ve­las que cri­am um am­bi­en­te zen, uma mú­si­ca ade­qua­da e es­tão reu­ni­das as con­di­ções pa­ra um be­lo ba­nho de imer­são. Apro­vei­te, des­con­traia e sin­ta-se em paz! Se há fac­tor a ter em con­ta quan­do se pre­ten­de cri­ar um am­bi­en­te zen, es­se fac­tor é a luz. Um am­bi­en­te que pro­por­ci­o­ne paz e cal­ma dis­pen­sa uma ilu­mi­na­ção for­te e di­re­ta. O ide­al é con­se­guir jo­gos de luz, cu­jos fo­cos fi­quem es­con­di­dos, que cri­em bons mo­men­tos ou aju­dem a re­la­xar e a acal­mar de­pois de um dia de tra­ba­lho agi­ta­do.

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