Cro­chet

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Bal­main pe­ga no cro­chet e trans­for­ma-o em al­go sexy e so­fis­ti­ca­do. As flo­res des­ta tem­po­ra­da têm um to­que naif e mui­to sen­ti­do de hu­mor. Bor­da­das ou em apli­ca­ções, a Pri­ma­ve­ra é sem­pre re­fe­rên­cia das co­le­ções pa­ra o ca­lor. Em te­ci­dos co­mo o li­nho e al­go­dão sel­va­gem, e em co­res na­tu­rais, o xa­drez é uma das gran­des re­fe­rên­ci­as das co­le­ções re­sort.

Pon­to sexy dos lo­oks da tem­po­ra­da man­tém-se nos om­bros des­co­ber­tos.

ama­ra­ma­re­lo sig­ni­fi­ca luz, ca­lor, des­con­tra­ção, oti­mis­mo e ale­gria. Es­ta cor sse­rá um must des­te ve­rão. É uma tom vi­bran­te que põe as ener­gi­as­gi­as pa­ra ci­ma! Em­bo­ra nem to­dos gos­tem, o ama­re­lo é fan­tás­ti­co pa­ra ale­grar o lo­ok e não é di­fí­cil de usar e com­bi­nar. Quem é um tan­to ou qu­an­to re­ce­o­sa­re­ceo em usar es­te tom de­ve apos­tar em pe­ças me­no­res. Bla­zers, bol­sas e lenç­len­ços com­bi­na­dos com bran­co ou pre­to não têm chan­ce de er­ro.

Nas­ci... no dia 3 de Mar­ço A mi­nha prin­ci­pal vir­tu­de é... é a ho­nes­ti­da­de, ge­ne­ro­si­da­de e a em­pa­tia O meu prin­ci­pal de­fei­to é... tei­mo­sia e a im­pa­ci­ên­cia O que mais apre­cio nu­ma pes­soa... é a cons­tân­cia e a ho­nes­ti­da­de O que mais de­tes­to... ar­ro­gân­cia, hi­po­cri­sia, in­to­le­rân­cia e a in­di­fe­ren­ça A mi­nha mú­si­ca fa­vo­ri­ta... te­nho vá­ri­as, en­tre elas "At last" de Et­ta Ja­mes, "Get he­re if you can" de Ole­ta Adams e "he lo­ves me" de Jill Scott Ci­da­de que mais gos­to... paris, Lis­boa, No­va Ior­que e Du­bai O meu pra­to pre­fe­ri­do... te­nho vá­ri­os: ca­ril de ca­ma­rão, ar­roz de tam­bo­ril, vi­ei­ras com mo­lho de cham­pag­ne e pu­ré de ba­ta­ta do­ce e fei­jo­a­da à trans­mon­ta­na O li­vro que mais me mar­cou... foi sem dú­vi­da "The se­at of the soul", de Gary Zu­kav Com quem vi­ve­ria nu­ma ilha de­ser­ta... não vi­ve­ria nu­ma ilha de­ser­ta por­que sou um ser so­ci­al e pre­ci­so de "ca­os" pa­ra exis­tir O fil­me da mi­nha vi­da... "A lis­ta de Schin­dler", "ca­sa­blan­ca", "Ben hur" e "Mother Ín­dia" Por amor era ca­paz de... qua­se tu­do, se es­se tu­do es­ti­ves­se den­tro das coi­sas acei­tá­veis A fe­li­ci­da­de... pas­sa pe­la har­mo­nia, o equi­lí­brio e a ple­ni­tu­de Deus... é-me in­dis­pen­sá­vel, é o meu chão e o meu ca­mi­nho A mi­nha fa­mí­lia... é a ba­se de tu­do Quan­do fa­ço uma ava­li­a­ção do meu per­cur­so pro­fis­si­o­nal, em ti­ve que im­por a mi­nha von­ta­de de fa­zer mo­da nu­ma épo­ca on­de a mo­da não era con­si­de­ra­da uma pro­fis­são se­não um pas­sa­tem­po, sin­to-me fe­liz. Tra­ba­lho com equi­pas fa­bu­lo­sas, fa­ço sty­ling e sou blog­ger, o que me dá mui­to pra­zer, es­se con­tac­to cons­tan­te com gran­des pro­fis­si­o­nais faz-me cres­cer e en­ri­que­ce-me en­quan­to pro­fis­si­o­nal e ser hu­ma­no. Mas pre­ci­so de mui­to mais pa­ra me sen­tir re­a­li­za­da, sou uma eter­na in­sa­tis­fei­ta quan­do atin­jo uma me­ta es­ta­be­le­ço em se­gui­da ou­tra. Há cer­ca de um ano sur­giu o con­vi­te pa­ra apre­sen­tar a mi­nha co­lec­ção no An­go­la Fashi­on We­ek, mas ti­nha pro­je­tos agen­da­dos ina­diá­veis e, por es­se mo­ti­vo, não me foi pos­sí­vel acei­tar. Não fal­ta­rão­o­por­tu­ni­da­des e se­rá pa­ra mim a oca­sião de co­nhe­cer Lu­an­da, que não co­nhe­ço com gran­de pe­na mi­nha. Nun­ca par­ti­ci­pei num even­to de mo­da num pais africano, quan­do sur­giu o con­vi­te ale­grou-me mui­to a pos­si­bi­li­da­de. Ad­mi­ro mui­to os de­sig­ners an­go­la­nos por abra­ça­rem o de­sa­fio de fa­zer mo­da em An­go­la, que não é fá­cil. Um país que não tem uma in­dús­tria têx­til im­ple­men­ta­da, cir­cun­dan­te, mui­tos dos te­ci­dos são com­pra­dos e não cri­a­dos por fal­ta de es­tru­tu­ras que o per­mi­tam iden­ti­da­de, ain­da se vê des­fi­les e os clothes com aca­ba­men­tos mal re­a­li­za­dos e mo­de­los vis­tos an­tes, o que não escapa ao olhar pro­fis­si­o­nal. E ao mes­mo tem­po há pro­fis­si­o­nais com uma gran­de cri­a­ti­vi­da­de, uma cor es­té­ti­ca in­te­res­san­te e mui­ta gar­ra. São mui­tos os de­sig­ners emer­gen­tes e con­fir­ma­dos que de­fen­dem as co­res de

am­bi­en­tais e so­ci­ais. De­pois exis­ti­ram as bar­rei­ras téc­ni­cas, fa­zer, des­man­char e re­cons­truir, o ca­mi­nho da cri­a­ção exi­ge mui­to de mim e de quem es­tá per­to. Ho­je es­tou a vi­ver o meu me­lhor mo­men­to, te­nho con­tro­lo ab­so­lu­to so­bre o que fa­ço. É uma sen­sa­ção boa. Sim e é com gran­de sa­tis­fa­ção que ve­jo o meu tra­ba­lho pre­sen­te nas prin­ci­pais ca­pi­tais, co­mo Paris, Lis­boa, Lon­dres e Du­bai. O me­lhor es­tá por vir.

Agen­ci­a­da pe­la agên­cia an­go­la­na Da Ban­da Mo­del Ma­na­ge­ment a mo­de­lo ca­bo­ver­di­a­na tam­bém tem bri­lha­do nas pas­se­re­les mun­di­ais

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