Lei de­ter­mi­na que pro­pri­e­tá­rio lim­pe lo­cal

Agora - - Editorial - (WC)

A lei de­ter­mi­na que o pro­pri­e­tá­rio é res­pon­sá­vel pe­la con­ser­va­ção do ter­re­no e da cal­ça­da, mes­mo quan­do não há cons­tru­ção al­gu­ma no lo­cal. O es­pa­ço de­ve es­tar lim­po, ca­pi­na­do, mu­ra­do e com cal­ça­men­to, se­gun­do a lei 15.442, de 2011. A mul­ta é de R$ 5,69 por me­tro qua­dra­do do ter­re­no.

As re­gras es­ta­be­le­ci­das pe­la pre­fei­tu­ra são cla­ras e de­ter­mi­nam que o ter­re­no te­nha um mu­ro ou gra­dil de, pe­lo me­nos, 1,20 me­tro. Ca­so se­ja mais al­to que is­so, a par­te ex­ce­den­te de­ve­rá ter ao me­nos 50% de sua área va­za­da. Es­sa foi uma ma­nei­ra en­con­tra­da pa­ra evi­tar que o lo­cal se­ja usa­do por ban­di­dos co­mo es­con­de­ri­jo.

Em 2013, a pre­fei­tu­ra mu­dou a le­gis­la­ção e de­ter­mi­nou que o pro­pri­e­tá­rio es­ta­ria li­vre da mul­ta ca­so com­pro­vas­se a re­gu­la­ri­za­ção do ter­re­no em pra­zo de até 60 di­as após a no­ti­fi­ca­ção.

Em ju­nho do ano pas­sa­do, en­trou em vi­gor uma lei fe­de­ral (13.301/2016) que per­mi­te a en­tra­da for­ça­da de agen­tes de saú­de em ter­re­nos ou imó­veis aban­do­na­dos pa­ra fa­zer o com­ba­te aos cri­a­dou­ros da den­gue.

O pro­pri­e­tá­rio do ter­re­no po­de­rá in­clu­si­ve ser mul­ta­do pe­la ges­tão do mu­ni­cí­pio. Os agen­tes que fa­zem es­sa vis­to­ria de­ve­rão es­tar iden­ti­fi­ca­dos.

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