Ponte segura San­tos, e Fi­el fes­te­ja 10 pon­tos à fren­te!

Agora - - Vencer - É jornalista, ZL, equi­li­bra­do e pai do Ba­sí­lio

Es­se jo­go não é 1 a 1 (se o meu ti­me per­der tem zum­zum-zum), es­se jo­go não po­de ser 1 a 1... Alô, po­vão, ago­ra é fé! O jus­to 1 a 1 no Moi­sés Lu­ca­rel­li, pla­car mo­des­ta­men­te “an­te­ci­pa­do” por Ca­ne­la­das do Vi­tão, foi um pés­si­mo ne­gó­cio tan­to pa­ra san­tis­tas qu­an­to pa­ra ponte-pre­ta­nos. A Ma­ca­ca, que já an­te­ci­pou (e per­deu) o jo­go da 29ª ro­da­da pa­ra o Cru­zei­ro, pre­ci­sa­va de­mais da vi­tó­ria pa­ra abrir al­gu­ma fol­ga da zo­na do re­bai­xa­men­to, e o vi­ce-lí­der Pei­xe con­ta­va com os três pon­tos pa­ra man­ter o dis­cur­so (ain­da que men­ti­ro­so e in­ve­ros­sí­mil) de que não de­sis­tiu de al­can­çar o Co­rinthi­ans e blá-blá-blá.

Apoi­a­do pe­la tor­ci­da, a Ponte Pre­ta veio pa­ra um aba­fa e, em va­ci­lo de Van­der­lei e de to­da a de­fe­sa prai­a­na, Nal­do fi­cou com a so­bra do chu­vei­ri­nho e abriu o pla­car na lua cam­pi­nei­ra. O res­tan­te do pri­mei­ro tem­po foi um to­ma lá dá cá fra­qui­nho, mais bri­ga­do do que jo­ga­do, até a igual­da­de san­tis­ta, no lan- ce der­ra­dei­ro da pri­mei­ra eta­pa. E o 1 a 1 par­ci­al (que vi­ria a ser de­fi­ni­ti­vo) foi um enor­me lu­cro pa­ra o San­tos já que, no lan­ce an­te­ri­or ao gol de Ri­car­do Oliveira, Luc­ca, em­bai­xo da tra­ve, des­per­di­çou bi­so­nha­men­te a chan­ce de li­qui­dar a fa­tu­ra.

O se­gun­do tem­po foi no mes­mo tom de­sa­fi­na­do. Só nos úl­ti­mos mi­nu­tos, após a ex­pul­são de Fer­nan­do Bob, o San­tos deu a en­ten­der que que­ria mais do que o em­pa­te, mas aí já era tar­de, Bru­no Hen­ri­que per­deu a úni­ca boa chan­ce e

Que 13 de outubro pa­ra a Fi­el! 40 anos de­pois do his­tó­ri­co gol de Ba­sí­lio, o co­rinthi­a­no acor­dou, na emen­da do fe­ri­a­do, 11 pon­tos à fren­te do vi­ce-lí­der. Pa­ra de­ses­pe­ro dos ven­de­do­res de ilu­são que ten­tam em­pur­rar go­e­la abai­xo uma ine­xis­ten­te bri­ga pelo ca­ne­co!

Pa­ra­béns, hept­cam­peão Ti­mão! Vol­ta, ma­ta-ma­ta!

Eu sou o Vi­tor Gu­e­des e te­nho um no­me a ze­lar. E ze­lar, cla­ro, vem de ZL. É tu­do nos­so! É nóis na ban­ca!

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