Dia de fes­ta pa­ra o po­vo e o seu ti­me em Ita­que­ra

Agora - - Vencer - É jor­na­lis­ta, ZL, equi­li­bra­do e pai do Ba­sí­lio

É ho­je o dia, da ale­gria, e a tris­te­za nem po­de pensar em che­gar... Alô, po­vão, ago­ra é fé! Che­gou a ho­ra de o po­vão ex­tra­va­sar! Lí­der des­de a quin­ta ro­da­da —e com o tí­tu­lo em su­as mãos, vo­cê leu aqui, des­de o pri­mei­ro tur­no—, che­gou, en­fim, o dia de o Co­rinthi­ans dar a vol­ta olím­pi­ca no Fi­el­zão e, ofi­ci­al­men­te, sa­grar­se, com to­dos os mé­ri­tos, o mai­or cam­peão bra­si­lei­ro da era dos pon­tozzz cor­ri­dozzz (qu­a­tro tí­tu­los) e o prin­ci­pal ven­ce­dor do Cam­pe­o­na­to Bra­si­lei­ro de 1971 pa­ra cá (sé­ti­ma con­quis­ta), quan­do o Na­ci­o­nal ga­nhou es­se no­me.

E não tem mis­té­rio, a con­ta é bas­tan­te sim­ples: o Ti­mão, que con­ta­rá com o re­tor­no do ar­ti­lhei­ro Jô, pre­ci­sa ven­cer o Flu­mi­nen­se pa­ra a chan­ce­la ma­te­má­ti­ca da in­con­tes­te con­quis­ta já na noi­te de ho­je. O ad­ver­sá­rio, se­te pon­tos aci­ma da zo­na da de­go­la e sem chan­ces re­ais de bri­gar por uma bo­qui­nha na pré-Li­ber­ta­do­res, tem co­mo gran­de mo­ti­va­ção adi­ar a fes­ta mos­que­tei­ra. A ten­dên­cia é que ve­nha to­do re­tran­ca­do pa­ra se­gu­rar a igual­da­de em Ita­que­ra.

O Ti­mão, que ain­da não sa­be se con­ta­rá com o go­lei­ro Cás­sio, na se­le­ção, te­rá um des­fal­que im­por­tan­te na co­zi­nha: Bal­bu­e­na, o jo­ga­dor mais re­gu­lar da com­pe­ti­ção, au­tor, in­clu­si­ve, do gol da vi­tó­ria so­bre o Flu no jogo do pri­mei­ro tur­no. Sus­pen­so, ele da­rá lu­gar a Pe­dro Hen­ri­que.

Ago­ra, a Fi­el, que mais uma vez fez do Co­rinthi­ans o cam­peão de pú­bli­co e ren­da, es­ta­rá pre­sen­te na ex­pec­ta­ti­va de as­sis­tir ao jogo do tí­tu­lo em Ita­que­ra, já que, do­min­go, no Rio, con­tra o Fla­men­go, há ape­nas 750 lu­ga­res à dis­po­si­ção da tor­ci­da al­vi­ne­gra. E os 45 mil pre­sen­tes em Ita­que­ra que­rem pre­sen­ci­ar a his­tó­ria! É ho­je o dia!

Pa­ra­béns, hep­ta­cam­peão Co­rinthi­ans! Vol­ta, ma­ta-ma­ta! Eu sou o Vitor Gu­e­des e te­nho um no­me a ze­lar. E ze­lar, cla­ro, vem de ZL. É tu­do nos­so! É nóis na ban­ca!

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