DU­RAN DU­RAN

ALMANAQUE DO ROCK - EDIÇÃO DE COLECIONADOR - - Quinta Era -

Fãs de Roxy Mu­sic e Da­vid Bowie, os in­gle­ses John Taylor e Nick Ro­des fun­da­ram o Du­ran Du­ran em 1978. De­pois de vá­ri­as mu­dan­ças, a for­ma­ção se es­ta­bi­li­zou em 1980 com a du­pla mais o ba­te­ris­ta Ro­ger Taylor, o gui­tar­ris­ta Andy Taylor e o vo­ca­lis­ta Simon Le Bon. Em 1981 já eram po­pu­la­res na en­tão nas­cen­te e cres­cen­te ce­na “new ro­man­tic” in­gle­sa, um des­do­bra­men­to mais so­fis­ti­ca­do da new wa­ve que re­ve­lou ban­das co­mo Soft Cell, ABC, Clas­six Nou­ve­au, De­pe­che Mo­de, A Flock of Se­a­gulls, He­a­ven 17 e ou­tras. Em 1981 es­trei­am em vi­nil com um ál­bum que le­va o no­me da ban­da. O dis­co foi mui­to bem na In­gla­ter­ra, o que va­leu uma pro­du­ção mais apu­ra­da pa­ra o se­gun­do, Rio, de 1982, que in­clui os hits Sa­ve a Prayer e Hun­gry Li­ke The Wolf. Além dos cli­pes bem pro­du­zi­dos que o aju­dou a che­gar ao to­po, o Du­ran Du­ran se des­ta­ca­va tam­bém pe­los shows que eram ver­da­dei­ras ex­pe­ri­ên­ci­as vi­su­ais. A par­tir de 1986, em No­to­ri­ous, co­me­ça a per­der for­ça e po­pu­la­ri­da­de e aos pou­cos o gru­po de­sa­pa­re­ce, tam­bém de­vi­do a di­ver­gên­ci­as in­ter­nas. Mas, em 2004, vol­tam a cha­mar a aten­ção, em pro­por­ções me­no­res, com o elo­gi­a­do As­tro­naut. De­pois dis­so lan­ça­ram mais três ál­buns ( Red Car­pet Mas­sa­cre, All You Ne­ed Is Now e Pa­per Gods) e têm fei­to se­gui­das tur­nês pa­ra de­lei­te dos an­ti­gos fãs.

Ál­buns es­sen­ci­ais

• Du­ran Du­ran (1981)

• Rio (1982)

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