GRE­EN DAY

ALMANAQUE DO ROCK - EDIÇÃO DE COLECIONADOR - - Sexta Era -

For­ma­do na Ca­li­fór­nia em 1989 e ins­pi­ra­do por Ra­mo­nes e o pop punk da Cos­ta Oes­te, o Gre­en Day con­se­guiu um enor­me - e ines­pe­ra­do - su­ces­so co­mer­ci­al. Bil­lie Joe, Mi­ke Dirnt e Tré Cool não são pi­o­nei­ros no que fa­zem, mas abri­ram ca­mi­nho pa­ra mui­tas ban­das da mes­ma ver­ve no de­cor­rer dos anos

90 e, de cer­to mo­do, ca­pi­ta­ne­a­ram um “no­vo renascimento” do punk des­de en­tão. De­pois de lan­çar dois ál­buns com re­per­cus­são li­mi­ta­da, o gru­po ex­plo­diu com Do­o­kie, em 1994, um dos mais ven­di­dos da dé­ca­da, ao la­do de Ne­ver­mind do Nir­va­na. Se­guiu-se en­tão uma sequên­cia de CDs bem re­ce­bi­dos, mas ba­si­ca­men­te re­pe­tin­do a fór­mu­la. Em 2004, com Ame­ri­can Idi­ot, o trio apre­sen­ta seu tra­ba­lho mais va­ri­a­do mu­si­cal­men­te e de veia to­tal­men­te en­ga­ja­da, con­quis­tan­do res­pei­to tam­bém co­mo mú­si­cos sé­ri­os. O ama­du­re­ci­men­to se­ria con­fir­ma­do no con­cei­tu­al 21st Cen­tury Bre­ak­down, de 2005. Em 2012, Bil­lie Joe e cia. ini­ci­a­ram ou­tro pro­je­to am­bi­ci­o­so, lan­çan­do três ál­buns de uma vez: ¡Uno!, ¡Dos! e ¡Tré! Os fãs fi­ca­ram em pol­vo­ro­sa, mas pa­re­ce que a over­do­se so­no­ra ain­da não foi 100% di­ge­ri­da.

Ál­buns es­sen­ci­ais

• Ker­plunk! (1992) • Do­o­kie (1994) • Ame­ri­can Idi­ot (2004)

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