KRAFTWERK

ALMANAQUE DO ROCK - EDIÇÃO DE COLECIONADOR - - Terceira Era -

Apa­ren­te­men­te exis­te um gran­de abis­mo en­tre a música ele­trô­ni­ca e o rock. No en­tan­to, um tem in­flu­en­ci­a­do o ou­tro cons­tan­te­men­te des­de o fi­nal da dé­ca­da de 60, quan­do os pri­mei­ros sin­te­ti­za­do­res co­me­ça­ram a ser usa­dos por ro­quei­ros, no­ta­da­men­te na Ale­ma­nha. As raí­zes do Kraftwerk re­mon­tam a es­se pe­río­do, mas até che­ga­rem ao es­ti­lo inovador, to­tal­men­te ele­trô­ni­co, pre­cur­sor de tu­do o que se fa­ria no gê­ne­ro nas dé­ca­das se­guin­tes, eles ex­pe­ri­men­ta­ram mui­to, in­clu­si­ve in­ven­tan­do seus pró­pri­os ins­tru­men­tos e téc­ni­cas de gra­va­ção em um es­tú­dio pró­prio. A par­tir do ál­bum Au­to­bahn, de 1974, co­me­çam re­al­men­te a de­sen­vol­ver seu es­ti­lo hip­nó­ti­co, com pai­sa­gens so­no­ras in­tei­ra­men­te cons­truí­das por má­qui­nas e não ins­tru­men­tos. Em Ra­dio-Ac­ti­vity, de 1975, fa­zem um ál­bum con­cei­tu­al so­bre a trans­mis­são de on­das so­no­ras. Com Trans-Eu­ro­pe Ex­press, de 1977, fa­zem um som mais aces­sí­vel às mas­sas, com ba­ti­das dan­çan­tes e pra­ti­ca­men­te in­ven­tam a música ele­trô­ni­ca co­mo se co­nhe­ce ho­je. O Kraftwerk foi fun­da­do por Flo­ri­an Sch­nei­der e Ralf Hüt­ter. A pri­mei­ra for­ma­ção (1971-72), con­tou ain­da com Mi­cha­el Rother e Klaus Din­ger. De­pois en­tra­ram Wolf­gang Flür e Karl Bar­tos.

Ál­buns es­sen­ci­ais

• Au­to­bahn (1974)

• Ra­dio-Ac­ti­vity (1975)

• The Man-Ma­chi­ne (1977)

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