MÖ­TLEY CRÜE

ALMANAQUE DO ROCK - EDIÇÃO DE COLECIONADOR - - Quinta Era -

O Mö­tley Crüe se fir­mou no ce­ná­rio he­avy me­tal com um quar­te­to de fe­ras (em am­plos sen­ti­dos): o bai­xis­ta Nik­ki Sixx, o ba­te­ris­ta Tommy Lee (tam­bém co­nhe­ci­do pe­los ví­de­os pornôs ca­sei­ros que fa­zia com uma de su­as mulheres, Pa­me­la An­der­son), as gui­tar­ras de Mick Mars e os vo­cais de Vin­ce Neil. For­ma­do em 1981, o gru­po lan­çou o pri­mei­ro LP, Too fast For Lo­ve, de ma­nei­ra in­de­pen­den­te. As bo­as ven­das va­le­ram uma tur­nê pe­lo Ca­na­dá, mar­ca­da por es­cân­da­los do quar­te­to. Tu­do is­so só po­dia cha­mar a aten­ção da mí­dia e das gra­va­do­ras, e lo­go eles ti­nham um con­tra­to. A par­tir daí, mar­cou o me­tal dos anos 80 pe­lo vi­su­al an­dró­gi­no exa­ge­ra­do e ál­buns co­mo Shout at the De­vil, The­a­ter of Pain, Girls, Girls, Girls e Dr. Feelgood, en­car­nan­do o sa­ta­nis­mo e a se­xu­a­li­da­de ex­plí­ci­ta. Vin­ce dei­xou a ban­da em 1992 mas vol­tou em 1994, as­sim que o ál­bum lan­ça­do sem ele não ven­deu. A era grun­ge dos anos 90 apa­gou um pou­co a atu­a­ção do Crüe, e, em 1999, Tommy Lee dei­xou a ban­da. No en­tan­to, co­mo era de se es­pe­rar, re­to­ma­ram a car­rei­ra e, em 2008, lan­ça­ram Saints of Los An­ge­les, com a for­ma­ção ori­gi­nal, até en­cer­ra­rem as ati­vi­da­des em 2015.

Ál­buns es­sen­ci­ais

• Too fast For Lo­ve (1981)

• Shout at the De­vil (1983)

• Dr. Feelgood (1989)

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