STRO­KES

ALMANAQUE DO ROCK - EDIÇÃO DE COLECIONADOR - - Setima Era -

Ju­li­an Ca­sa­blan­cas, Nick Va­len­si, Al­bert Ham­mond Jr., Ni­ko­lai Frai­tu­re e o bra­si­lei­ro Fa­bri­zio Mo­ret­ti se jun­ta­ram em New York pa­ra mis­tu­rar su­as in­fluên­ci­as de rock clássico com um pé na pri­mei­ra fa­se da new wa­ve no­vai­or­qui­na (leia-se Te­le­vi­si­on). Mas não se tra­ta de me­ra imi­ta­ção, pois o Stro­kes re­ci­clou tu­do com mui­ta ori­gi­na­li­da­de. Seu ál­bum de es­treia, Is This It?, de 2001, per­ma­ne­ce co­mo re­fe­rên­cia pa­ra a mai­o­ria dos gru­pos al­ter­na­ti­vos atu­ais. No se­gun­do dis­co, Ro­om of Fi­re, de 2003, evi­tam re­pe­tir a fór­mu­la e con­se­guem man­ter o pi­que sem aban­do­nar o es­ti­lo que os con­sa­grou. O bom iní­cio foi se­gui­do de mui­ta ba­da­la­ção da mí­dia, que de­cre­tou o Stro­kes co­mo a “sal­va­ção do rock'n'roll”. No iní­cio de 2006 sai First Im­pres­si­ons of Earth, bem mais po­li­do e nem tão cri­a­ti­vo quan­to os an­te­ri­o­res. A se­guir, o gru­po en­tra em hi­ber­na­ção e no re­tor­no, em 2011, com An­gles, não con­se­gue man­ter a una­ni­mi­da­de de pú­bli­co e crí­ti­ca. O pres­tí­gio se­ria recuperado, em par­te, com o bom Co­me­down Ma­chi­ne, de 2013.

Ál­buns es­sen­ci­ais

• Is This It? (2001) • Ro­om of Fi­re (2003)

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