Con­ta de di­vi­dir

Correio da Bahia - - Bahia -

O mé­to­do usa­do pe­los go­ver­na­do­res da Bahia pa­ra no­me­ar con­se­lhei­ros do TCE foi pa­rar no Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF). Quin­ta-fei­ra pas­sa­da, o mi­nis­tro do STF Mar­co Au­ré­lio deu se­gui­men­to a uma ação di­re­ta de in­cons­ti­tu­ci­o­na­li­da­de ajui­za­da, no úl­ti­mo dia 8, pe­la As­so­ci­a­ção Na­ci­o­nal dos Mi­nis­tros e Con­se­lhei­ros Subs­ti­tu­tos dos Tri­bu­nais de Con­tas (Au­di­con), em que ques­ti­o­na as nor­mas pa­ra com­po­si­ção de no­vos in­te­gran­tes do TCE. A en­ti­da­de ale­ga que a or­dem de es­co­lhas dos con­se­lhei­ros pe­lo go­ver­na- dor e os re­qui­si­tos exi­gi­dos pa­ra subs­ti­tuí-los con­tra­ri­am a Cons­ti­tui­ção Fe­de­ral. “Se­gun­do a as­so­ci­a­ção, a pri­o­ri­da­de na li­vre es­co­lha do che­fe do Exe­cu­ti­vo, em de­tri­men­to das va­gas téc­ni­cas, re­pre­sen­ta vi­o­la­ção da Sú­mu­la 653 do STF. A de­ci­são es­ta­be­le­ce que, dos se­te con­se­lhei­ros, qua­tro per­ten­cem à co­ta da As­sem­bleia Le­gis­la­ti­va. Dos três res­tan­tes, o go­ver­na­dor de­ve in­di­car um au­di­tor de car­rei­ra do TCE e um mem­bro do Mi­nis­té­rio Pú­bli­co de Con­tas. Ape­nas o res­tan­te é de sua li­vre es­co­lha.

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