CORREIO dis­tri­bui por­ta-re­tra­tos pa­ra co­me­mo­rar Dia do Jor­na­lei­ro

Correio da Bahia - - Bahia -

BRINDES A Ban­ca do Chi­na, co­mo é co­nhe­ci­da a ban­ca de re­vis­ta do jor­na­lei­ro Antô­nio Sou­za Al­mei­da, 73 anos, na Ave­ni­da D. João VI, em Bro­tas, foi um dos cer­ca de 900 pon­tos de ven­da que re­ce­be­ram um por­ta-re­tra­tos de ímã si­mu­lan­do a ca­pa do CORREIO, que pro­mo­ve a ação em ho­me­na­gem ao Dia do Jor­na­lei­ro, co­me­mo­ra­do ho­je. Os 1.100 brindes, com a fra­se Me­lhor Jor­na­lei­ro da Bahia, es­tão sen­do di­vi­di­dos en­tre pon­tos de ven­da da ca­pi­tal e do in­te­ri­or. Há 44 anos, Chi­na tra­ba­lha na sua ban­ca, de do­min­go a do­min­go, das 7h às 20h. “Es­sa ban­ca tá aqui des­de 1970, era da mi­nha es­po­sa e do ir­mão de­la. Quan­do es­tá­va­mos na­mo­ran­do, com­prei a par­te do meu cu­nha­do, e des­de en­tão quem cui­da sou eu”, lem­bra ele, que cri­ou qua­tro fi­lhos ven­den­do de jor­nal a ba­la. A sim­pa­tia de Chi­na fez com que a ban­ca ga­nhas­se cli­en­tes ca­ti­vos. Um de­les é o pro­fes­sor de Edu­ca­ção Fí­si­ca Mau­rí­cio Gal­vão, 47, que fre­quen­ta o lo­cal há 40 anos. “Eu co­me­cei com­pran­do fi­gu­ri­nha. O ôni­bus da es­co­la pas­sa­va aqui pa­ra me bus­car e Chi­na cui­da­va de mim”, lem­bra o pro­fes­sor. Ho­je, as fi­gu­ri­nhas fo­ram subs­ti­tuí­das pe­los jor­nais, re­vis­tas e bar­ras de ce­re­al. “Gos­to de com­prar aqui por­que fiz ami­za­de com ele”. Ape­sar dos tem­pos di­fí­ceis, Chi­na não pen­sa em dei­xar de ser jor­na­lei­ro. “Eu me sin­to bem aqui to­dos os di­as. Pa­ra mim é um la­zer”.

Antô­nio Sou­za Al­mei­da, 73 anos, atua na Ban­ca do Chi­na há 44 anos

Aman­da Vi­a­na va­ci­na sua ga­ti­nha Ma­ju; ação vai das 8h até as 17h

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