BNDES anun­cia no­vos li­mi­tes pa­ra fi­nan­ci­ar em­pre­sas de ener­gia

Correio da Bahia - - Economia -

FON­TES RE­NO­VÁ­VEIS Um dos se­to­res que mais ga­nha­ram di­na­mis­mo na eco­no­mia bai­a­na nos úl­ti­mos anos, a ge­ra­ção de ener­gia eó­li­ca (pe­la for­ça dos ven­tos), co­me­mo­rou on­tem a de­ci­são do Ban­co Na­ci­o­nal de De­sen­vol­vi­men­to Econô­mi­co e So­ci­al (BNDES) de man­ter em até 70% o va­lor dos in­ves­ti­men­tos em par­ques eó­li­cos. “Na­da mu­dou e is­so é mui­to bom”, dis­se a pre­si­den­te da As­so­ci­a­ção Bra­si­lei­ra de Ener­gia Eó­li­ca (ABEEó­li­ca), Él­bia Gan­noum. O BNDES atu­al­men­te es­tá pre­sen­te no fi­nan­ci­a­men­to de 90% de to­dos os em­pre­en­di­men­tos de ge­ra­ção de ener­gia eó­li­ca no Bra­sil e por is­so, ain­da se­gun­do Él­bia, to­das as em­pre­sas do seg­men­to eó­li­co es­ta­vam

Ge­ra­ção eó­li­ca, bi­o­mas­sa, co­ge­ra­ção e pe­que­nas cen­trais hi­dre­lé­tri­cas Man­ti­do em 70%

Ge­ra­ção por gran­des hi­dre­lé­tri­cas Caiu de 70% pa­ra 50%

Ge­ra­ção tér­mi­ca por car­vão e óleo com­bus­tí­vel Não se­rão fi­nan­ci­a­das por se­rem fon­tes po­lu­en­tes pre­o­cu­pa­das com que as mu­dan­ças de re­gras re­du­zis­sem o cré­di­to pa­ra as usi­nas eó­li­cas. Os no­vos te­tos de fi­nan­ci­a­men­to pe­lo BNDES pa­ra o se­tor elé­tri­co bra­si­lei­ro fo­ram anun­ci­a­dos on­tem pe­lo ban­co, den­tro de uma es­tra­té­gia de pri­o­ri­zar os in­ves­ti­men­tos em fon­tes re­no­vá­veis. Quem mais ga­nhou foi a ge­ra­ção so­lar, cu­jo li­mi­te de fi­nan­ci­a­men­to au­men­tou de 70% pa­ra 80% do em­pre­en­di­men­to. Por ou­tro la­do, quem mais per­deu foi a ge­ra­ção de ener­gia por usi­nas tér­mi­cas mo­vi­das a car­vão e óleo com­bus­tí­veis. Por se­rem po­lui­do­ras não te­rão mais apoio do ban­co.

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