Mercado de be­le­za mas­cu­li­na é fa­vo­rá­vel

Correio da Bahia - - Mais -

In­ves­tir em es­pa­ços que ape­lem pa­ra o pú­bli­co mas­cu­li­no tem tra­zi­do bons re­sul­ta­dos. “Es­sa é uma óti­ma es­tra­té­gia por­que as­sim es­sas em­pre­sas con­se­guem fi­de­li­zar seus clientes. Um am­bi­en­te agra­dá­vel, com o qual a pes­soa pos­sa se iden­ti­fi­car, sem­pre tor­na a ex­pe­ri­ên­cia mais in­te­res­san­te”, con­ta o ge­ren­te da Uni­da­de de Aces­so a Mercado do Se­brae Bahia, Jo­sé Nilo Mei­ra.

Ed­na Pai­xão é pro­pri­e­tá­ria do Stu­dio Úni­co de De­pi­la­ção, que pos­sui um es­pa­ço ex­clu­si­vo pa­ra de­pi­la­ção mas­cu­li­na. Ela con­ta que, ho­je, os ho­mens são maioria en­tre seus clientes.

“Acho que caí­mos nas gra­ças des­se pú­bli­co por ofe­re­cer­mos um lu­gar re­ser­va­do só pa­ra os ho­mens, o que ain­da é di­fí­cil de achar quan­do o as­sun­to é es­té­ti­ca”. Ho­je eles re­pre­sen­tam cer­ca de 85% do pú­bli­co to­tal do Stu­dio.

De acor­do com o SPC Bra­sil, en­tre os principais cui­da­dos que os ho­mens têm pa­ra se sen­ti­rem mais bo­ni­tos e con­fi­an­tes es­tão ali­men­ta­ção sau­dá­vel (43,0%), ati­vi­da­des fí­si­cas (41,3%) e cui­da­dos com os den­tes (37,5%).

Per­gun­ta­dos so­bre co­mo se ve­em em re­la­ção a sua apa­rên­cia fí­si­ca, 64,9% dis­se­ram se con­si­de­rar nor­mais e ape­nas 22% se en­xer­gam co­mo bo­ni­tos. Ain­da as­sim, 47,6% acre­di­tam que o uso de pro­du­tos e ser­vi­ços de be­le­za po­de mo­di­fi­car a pró­pria apa­rên­cia.

Pa­ra os ho­mens, os principais mo­ti­vos pa­ra os cui­da­dos com a be­le­za são a me­lho­ra da au­to­es­ti­ma (72,5%) e a ideia de que as ou­tras pes­so­as res­pei­tam mais quem tem uma boa apa­rên­cia (25%).

É exa­ta­men­te por cau­sa dis­so que Mei­ra des­ta­ca o po­ten­ci­al do se­tor. “Es­ta é a ca­te­go­ria que me­nos so­freu com a cri­se. Quan­to aos ho­mens, eles es­tão mais vai­do­sos. Além dis­so, o Bra­sil é o ter­cei­ro con­su­mi­dor do mun­do em es­té­ti­ca e o Nor­des­te é o se­gun­do do país”, diz.

Ele afir­ma que o mercado es­tá cada vez mais de­mo­cra­ti­za­do, ape­sar de as mu­lhe­res ain­da re­pre­sen­ta­rem a maioria do pú­bli­co. “É cla­ro que as mu­lhe­res con­so­mem mui­to mais. Mas, quan­to aos pro­du­tos vol­ta­dos pa­ra o cor­po, ca­be­lo e pe­le pa­ra ho­mens, o ce­ná­rio é pro­mis­sor”.

Ro­ti­na Es­ta­be­le­ça uma ro­ti­na ao fa­zer gas­tos com es­té­ti­ca, co­mo cor­tar o ca­be­lo uma vez por mês. Pla­ne­je quan­tas ve­zes irá fa­zer is­so. Tem que ter uma ro­ti­na e fa­zer um or­ça­men­to.

Im­pul­so Não con­su­ma por im­pul­so. Ava­lie a re­al ne­ces­si­da­de de ad­qui­rir de­ter­mi­na­dos pro­du­tos.

Al­ter­na­ti­vas Bus­que op­ções que es­tão den­tro das su­as pos­si­bi­li­da­des fi­nan­cei­ras. Às ve­zes, um cre­me de mar­ca po­de ser mui­to ca­ro. Po­rém é pos­sí­vel en­con­trar op­ções si­mi­la­res e mais em con­ta e que cai­bam no or­ça­men­to fa­mi­li­ar.

Es­ti­lo Ache o seu es­ti­lo e não gas­te so­men­te por­que ou­tras pes­so­as fa­zem o mes­mo. Não é por­que eles usam pro­du­tos ca­rís­si­mos que vo­cê tem que com­prá-los, nem ir no bar­bei­ro da moda. Acre­di­te em vo­cê e si­ga o seu es­ti­lo.

Di­fe­ren­ça Lem­bre-se sem­pre que pe­que­nas eco­no­mi­as po­dem fa­zer a di­fe­ren­ça.

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