Te­sou­ro IPCA foi o pre­fe­ri­do em agos­to

Correio da Bahia - - Mais -

re­to ain­da é me­lhor do que a Pou­pan­ça, por exem­plo. O va­lor atu­al da Te­sou­ro Se­lic es­tá em 14,25% ao ano, en­quan­to a pou­pan­ça não pas­sa dos 6% de ren­di­men­to”.

Uma vez fa­mi­li­a­ri­za­do com a apli­ca­ção, a edu­ca­do­ra fi­nan­cei­ra re­co­men­da tes­tar di­fe­ren­tes ti­pos de tí­tu­lo, pa­ra ver na prá­ti­ca co­mo ca­da um de­les fun­ci­o­na. “É tu­do mui­to sim­ples, bas­ta só ter o pri­mei­ro con­ta­to. O pró­prio cli­en­te faz a ges­tão da sua con­ta sem aju­da de in­ter­me­diá­ri­os”, com­ple­tou. No mês de agos­to - o úl­ti­mo com da­dos dis­po­ní­veis - , os tí­tu­los do Te­sou­ro Di­re­to que ti­ve­ram a pre­fe­rên­cia do consumidor fo­ram os cor­ri­gi­dos pe­lo Ín­di­ce Na­ci­o­nal de Pre­ços ao Consumidor Amplo (IPCA), que me­de a in­fla­ção ofi­ci­al. Eles con­cen­tra­ram 59,4% de to­dos os tí­tu­los ven­di­dos pe­lo pro­gra­ma. Em se­gun­do lu­gar, vi­e­ram os pa­péis vin­cu­la­dos à ta­xa Se­lic (ju­ros bá­si­cos da eco­no­mia), que res­pon­de­ram por 27,1% das ven­das. Em ter­cei­ro, fi­ca­ram os tí­tu­los pre­fi­xa­dos (com ju­ros de­fi­ni­dos an­te­ci­pa­da­men­te), que res­pon­de­ram por 13,4% das ven­das. Os in­ves­ti­men­tos de me­nor va­lor con­ti­nu­a­ram a li­de­rar a pre­fe­rên­cia dos apli­ca­do­res. As ven­das abai­xo de R$ 5 mil con­cen­tra­ram 73,2% do vo­lu­me apli­ca­do no mês.

Com o re­sul­ta­do de agos­to, o es­to­que de tí­tu­los pú­bli­cos apli­ca­dos no Te­sou­ro Di­re­to su­biu 3,7% em re­la­ção a ju­lho, al­can­çan­do R$ 35,4 bi­lhões. Is­so ocor­reu por­que o Te­sou­ro res­ga­tou R$ 526,3 mi­lhões. A va­ri­a­ção do es­to­que re­pre­sen­ta a di­fe­ren­ça en­tre as ven­das e os res­ga­tes, mais o re­co­nhe­ci­men­to dos ju­ros que in­ci­dem so­bre os tí­tu­los. O Te­sou­ro Di­re­to foi cri­a­do em janeiro de 2002 pa­ra po­pu­la­ri­zar es­se ti­po de apli­ca­ção e per­mi­tir que pes­so­as fí­si­cas com­prem tí­tu­los pú­bli­cos di­re­ta­men­te do Te­sou­ro, via in­ter­net, sem in­ter­me­di­a­ção de agen­tes fi­nan­cei­ros. O apli­ca­dor só tem de pa­gar uma ta­xa à cor­re­to­ra res­pon­sá­vel pela cus­tó­dia dos tí­tu­los. A ven­da de tí­tu­los é uma das for­mas que o go­ver­no tem de cap­tar re­cur­sos pa­ra pa­gar dí­vi­das e hon­rar com­pro­mis­sos. Em tro­ca, o Te­sou­ro Na­ci­o­nal se com­pro­me­te a de­vol­ver o va­lor com um adi­ci­o­nal que po­de va­ri­ar de acor­do com a Se­lic, ín­di­ces de in­fla­ção, câm­bio ou uma ta­xa de­fi­ni­da an­te­ci­pa­da­men­te no ca­so dos pa­péis pre­fi­xa­dos. mais in­for­ma­ções po­dem ser ob­ti­das na pá­gi­na do pro­gra­ma na in­ter­net.

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