CORREIO fez ima­gens na área que de­sa­bou

Correio da Bahia - - Mais -

Apro­xi­mar-se da área que des­mo­ro­nou na noi­te de 23 de se­tem­bro é as­sus­ta­dor. Na quin­ta-fei­ra pas­sa­da, uma equi­pe do CORREIO che­gou a pou­cos me­tros do lo­cal e fil­mou tu­do. Pa­re­ce cli­chê, mas o ce­ná­rio é de guer­ra, co­mo se uma bom­ba ti­ves­se atin­gi­do os dois an­da­res do pré­dio. Mais de 20 di­as de­pois, ain­da se ou­ve es­tru­tu­ras ran­gen­do, pe­ças me­tá­li­cas ba­ten­do com a for­ça do ven­to, ja­ne­las que­bra­das, a po­ei­ra ain­da sus­pen­sa e, cla­ro, es­com­bros pa­ra to­dos os la­dos.

Pe­da­ços enor­mes do pi­so de con­cre­to pen­du­ra­dos pa­re­cem que vão cair a qual­quer ho­ra. Na ver­da­de, ca­em. É o que nar­ram vi­zi­nhos e fun­ci­o­ná­ri­os de es­ta­be­le­ci­men­tos pró­xi­mos ao pré­dio. “Vol­ta e meia ve­jo al­go cair e fa­zer ba­ru­lho. Deus é mais en­trar ali”, dis­se Wel­ling­ton Bar­bo­sa, ser­ven­te de um pré­dio bem em fren­te ao Cen­tro de Con­ven­ções.

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Brazil

© PressReader. All rights reserved.