Em­pre­sas do país es­tão com viés ne­ga­ti­vo

Correio da Bahia - - Economia -

AVA­LI­A­ÇÃO O re­bai­xa­men­to das no­tas de cré­di­to de em­pre­sas bra­si­lei­ras es­tá di­mi­nuin­do, após al­can­çar um pi­co en­tre se­tem­bro de 2015 e fe­ve­rei­ro des­te ano, mas a mai­o­ria das com­pa­nhi­as, cer­ca de 75%, ain­da tem a pers­pec­ti­va da no­ta ne­ga­ti­va ou es­tá em ob­ser­va­ção (“cre­ditwat­ch”) ne­ga­ti­va. Is­so sig­ni­fi­ca, segundo o di­re­tor da agên­cia de clas­si­fi­ca­ção de ris­co Stan­dard & Po­or’s

(S&P) pa­ra ra­tings cor­po­ra­ti­vos, Edu­ar­do Uribe, que elas po­dem ter pi­o­ra da ava­li­a­ção nos pró­xi­mos me­ses. Em se­tem­bro, ocor­reu o me­nor nú­me­ro de re­bai­xa­men­tos de 2016, segundo a S&P. “Co­me­ça­mos a ver um pe­río­do de es­ta­bi­li­za­ção”, dis­se Uribe, res­sal­tan­do que em­pre­sas com per­fil de ne­gó­ci­os mais for­te po­dem vol­tar a ter me­lho­ra das no­tas de cré­di­to. Qu­an­do se con­si­de­ram ape­nas as em­pre­sas com pers­pec­ti­va ne­ga­ti­va, o Bra­sil é o país da Amé­ri­ca La­ti­na com o mai­or nú­me­ro de com­pa­nhi­as com es­se per­fil (65%), se­gui­do da Colôm­bia (63%), Pe­ru (18%) e Chi­le (15%). No Mé­xi­co e na Ar­gen­ti­na, a mai­o­ria tem pers­pec­ti­va es­tá­vel. Qu­an­do se in­clui no per­cen­tu­al do Bra­sil as em­pre­sas com ob­ser­va­ção ne­ga­ti­va, o to­tal so­be pa­ra 75%, tam­bém o mai­or da região.

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Brazil

© PressReader. All rights reserved.