As­sal­tos ca­em, mas vi­o­lên­cia au­men­ta

Correio da Bahia - - Mais -

tra­ba­lho, de di­ri­gir, mes­mo. É de ris­co, cla­ro, mas tem mui­tas ou­tras pro­fis­sões que tam­bém são de ris­co. Caiu em 10,5% o nú­me­ro de as­sal­tos a ôni­bus em Sal­va­dor, mas es­sa es­ta­tís­ti­ca es­tá lon­ge de tran­qui­li­zar os usuá­ri­os do trans­por­te pú­bli­co. Se­gun­do o Gru­po Es­pe­ci­al de Re­pres­são a Rou­bos de Co­le­ti­vos (Ger­rc), tem cres­ci­do a vi­o­lên­cia das ocor­rên­ci­as, a exem­plo do ca­so de on­tem, quan­do um as­sal­tan­te aca­bou mor­to. “Hou­ve uma re­du­ção por con­ta de um re­for­ço que o Ger­rc re­ce­beu, cres­ceu o nú­me­ro de pri­sões, mas per­ce­be­mos, cla­ra­men­te, que as ocor­rên­ci­as têm ti­do mai­or gra­vi­da­de”, dis­se o de­le­ga­do Jo­sé Ne­lis, do Ger­rc.

A ci­da­de re­gis­trou mé­dia de seis as­sal­tos por dia, se­gun­do um le­van­ta­men­to fei­to pe­lo CORREIO com da­dos con­so­li­da­dos até agos­to pe­la SSP so­ma­dos aos ca­sos di­vul­ga­dos pe­lo ór­gão nos úl­ti­mos dois me­ses. Fo­ram 1.912 as­sal­tos a co­le­ti­vos es­te ano, con­tra 2.138 do ano pas­sa­do. Pro­cu­ra­da, a SSP apon­tou re­du­ção de 3,8% quan­do com­pa­ra­do com 2015. As vi­as que li­de­ram ca­sos são Ave­ni­da Pa­ra­le­la e BR-324. O Rio Ver­me­lho apa­re­ce co­mo o ter­cei­ro lo­cal com mais ca­sos.

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