EUA de­vem man­ter o Bra­sil em 2º pla­no

Correio da Bahia - - Mais -

O Bra­sil ten­de a se­guir co­mo co­ad­ju­van­te nas re­la­ções co­mer­ci­ais dos Es­ta­dos Uni­dos após o iní­cio do man­da­to de Do­nald Trump, na ava­li­a­ção de es­pe­ci­a­lis­tas. Se­gun­do eles, as aten­ções de Trump de­ve­rão es­tar vol­ta­das pa­ra a Chi­na. Mas, ape­sar de não ter fei­to par­te da pau­ta do fu­tu­ro pre­si­den­te na cor­ri­da elei­to­ral, o mer­ca­do bra­si­lei­ro po­de­rá ser afe­ta­do in­di­re­ta­men­te, ca­so se­jam apli­ca­das me­di­das mais ra­di­cais de pro­te­ci­o­nism.

Na cam­pa­nha, Trump cri­ti­cou a pos­tu­ra co­mer­ci­al chi­ne­sa e ame­a­çou im­por ta­ri­fas de 45% so­bre os pro­du­tos im­por­ta­dos do país. “Er­guer bar­rei­ras ape­nas con­tra im­por­ta­ções chi­ne­sas ou um gru­po es­pe­cí­fi­co de paí­ses con­tra­ria re­gras da Or­ga­ni­za­ção Mun­di­al do Co­mér­cio (OMC)”, lem­bra Ra­fa­el Dix Car­nei­ro, da Uni­ver­si­da­de Du­ke, na Ca­ro­li­na do Nor­te.

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