Black Fri­day ou Black Month

Correio da Bahia - - Mais -

ter mai­o­ria no Con­gres­so e go­ver­nar. Ten­do es­se am­bi­en­te, o em­pre­sá­rio faz uma con­ta sim­ples: se a ta­xa de re­tor­no es­pe­ra­do do seu in­ves­ti­men­to for mai­or que a ta­xa de ju­ros de mer­ca­do, ele vai investir, se não, fi­ca de per­nas pro ar ga­nhan­do di­nhei­ro no mer­ca­do fi­nan­cei­ro. Por is­so, os ju­ros pre­ci­sam cair e rá­pi­do. 25 de no­vem­bro, é o Black Fri­day. Nos Es­ta­do Uni­dos, as pes­so­as acor­dam de ma­dru­ga­da pa­ra ir às compras, pois sa­bem que vão en­con­trar su­per­des­con­tos. Aqui tam­bém ha­ve­rá des­con­tos ex­pres­si­vos e o con­su­mi­dor de­ve ir às compras, pois mui­tas lo­jas es­tão bai­xan­do pre­ços. Mas o con­su­mi­dor tem de pes­qui­sar, tem de che­car os pre­ços nas pá­gi­nas dos jor­nais e nas lo­jas. Acom­pa­nhei al­gu­mas lo­jas, es­pe­ci­al­men­te na in­ter­net, e, em mui­tas de­las, hou­ve au­men­tos nos di­as an­te­ri­o­res à pro­mo­ção. Is­so é con­tra­pro­du­cen­te pa­ra os lo­jis­tas e des­mo­ra­li­za a li­qui­da­ção. Além dis­so, am­pli­a­ram o Black Fri­day, que de­ve­ria ser por ape­nas um por dia pa­ra que fos­se pos­sí­vel dar gran­des des­con­tos. No Bra­sil, em vez de Black Fri­day vi­rou Black Month (uma pro­mo­ção de um mês in­tei­ro). Mas, ain­da as­sim, é uma boa opor­tu­ni­da­de pa­ra o con­su­mi­dor, es­pe­ci­al­men­te no pe­que­no e mé­dio co­mér­cio, nas ru­as e nos shop­pings, en­con­trar ver­da­dei­ros des­con­tos.

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