CO­MO VAI SER O JUL­GA­MEN­TO

Correio da Bahia - - Mais -

No iní­cio da ses­são, são sor­te­a­dos se­te ju­ra­dos en­tre os 25 pre­vi­a­men­te in­di­ca­dos ao tri­bu­nal, pa­ra que par­ti­ci­pem do jul­ga­men­to. Após a for­ma­ção do Con­se­lho de Sen­ten­ça, eles fa­zem um ju­ra­men­to, fi­cam in­co­mu­ni­cá­veis e não po­dem ma­ni­fes­tar opi­nião so­bre o pro­ces­so.

Em se­gui­da co­me­çam a ser ou­vi­das as tes­te­mu­nhas da acu­sa­ção, de­pois as tes­te­mu­nhas de de­fe­sa e, por último, a ré, a médica Ká­tia Var­gas.

Após es­sa fa­se de ins­tru­ção, co­me­çam os de­ba­tes. O Mi­nis­té­rio Pú­bli­co e o as­sis­ten­te de acu­sa­ção têm uma ho­ra e meia pa­ra fa­lar. De­pois, a de­fe­sa fala por mais uma ho­ra e meia. O Mi­nis­té­rio Pú­bli­co po­de fa­zer uma ré­pli­ca por mais uma ho­ra. Ca­so ha­ja ré­pli­ca, a de­fe­sa tem di­rei­to à tré­pli­ca, tam­bém pelo prazo de uma ho­ra.

Em se­gui­da, o juiz lê e ex­pli­ca quais são os que­si­tos que vão ser vo­ta­dos pelo jú­ri. De­pois, em uma sa­la se­cre­ta, a juí­za, os se­te ju­ra­dos, o pro­mo­tor de justiça, o as­sis­ten­te de acu­sa­ção e o ad­vo­ga­do de de­fe­sa se reú­nem.

Os ju­ra­dos re­ce­bem cé­du­las com as pa­la­vras “sim” ou

“não”. A juí­za faz a pergunta e os ju­ra­dos co­lo­cam as res­pos­tas em uma ur­na. De­pois, a juí­za faz a con­ta­gem de vo­tos, até que atin­ja a mai­o­ria no ca­so, qua­tro vo­tos.

En­tão, a juí­za ela­bo­ra uma sen­ten­ça con­for­me a vo­ta­ção. Já no ple­ná­rio, a sen­ten­ça é li­da e la­vra­da uma ata do jul­ga­men­to. O Tri­bu­nal de Justiça es­ti­ma que o jul­ga­men­to du­re pelo menos dois di­as.

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