ELA FEZ CHORÃO FE­LIZ

Correio da Bahia - - Mais - Ha­ga­me­non Bri­to

no seu primeiro ál­bum, Trans­pi­ra­ção Con­tí­nua Pro­lon­ga­da (1997), e con­tri­buiu tam­bém pa­ra o su­ces­so da ban­da com seu apoio e su­as idei­as.

Nu­ma nar­ra­ti­va flu­en­te e cro­no­lo­gi­ca­men­te mar­ca­da pe­los ál­buns da ban­da, Gra­zon trans­for­ma a sua lo­ve story em um bom li­vro pop pa­ra os fãs de Alê - co­mo ela chama(va) Chorão - e, de cer­ta for­ma, faz ain­da um re­cor­te da ce­na ro­quei­ra do Bra­sil no pe­río­do em que o CBJr do­mi­nou as pa­ra­das.

Lon­ge de ser cha­pa-bran­ca, o li­vro fa­la da in­se­gu­ran­ça emo­ci­o­nal de Chorão, res­pon­sá­vel por mui­tas bri­gas de ciú­me do ca­sal; dos con­fli­tos in­ter­nos do gru­po; da fa­mo­sa agres­são fí­si­ca a Marcelo Ca­me­lo (Los Her­ma­nos), em 2004; e da fatal de­pen­dên­cia quí­mi­ca.

Mas, aci­ma de tu­do, tra­ta-se de uma his­tó­ria de amor. Al­go hu­ma­no, de­ma­si­a­da­men­te hu­ma­no, com seus co­ra­ções im­per­fei­tos, nu­ma ca­tar­se exis­ten­ci­al da au­to­ra.

“Ho­je, com­pre­en­do que só me tor­nei o que sou gra­ças a tu­do o que vi­vi. Aco­lho cada ex­pe­ri­ên­cia com amor e gra­ti­dão eter­nos. Se um dia eu quis fu­gir da mi­nha his­tó­ria, ho­je a car­re­go co­mo um es­tan­dar­te, com mui­to or­gu­lho”, afir­ma Gra­zon na pá­gi­na 253. A se­guir, leia en­tre­vis­ta com a au­to­ra.

Chorão e Gra­zi­e­la in­do pa­ra uma con­sul­ta mé­di­ca do can­tor, em se­tem­bro de 2012, quan­do ele já ti­nha se tor­na­do um de­pen­den­te quí­mi­co

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