ALI­MEN­TOS

Pre­ço mínimo de­sa­gra­da pro­du­to­res

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Des­de 1º de julho, quan­do co­me­çou a sa­fra 2018/2019, a de­fi­ni­ção dos pre­ços mí­ni­mos dos ali­men­tos, pe­lo governo fe­de­ral, tem de­sa­gra­da­do aos pro­du­to­res. Is­so por con­ta dos des­com­pas­sos­de pre­ços entre as vá­ri­as com­mo­di­ti­es. A fer­ra­men­ta, que deveria pro­te­ger a ren­da do pro­du­tor, não cum­pre a missão. Em cul­tu­ras nas quais as co­ta­ções es­tão fir­mes e com pers­pec­ti­va de al­ta, co­mo algodão e mi­lho, o governo re­a­jus­tou o pre­ço mínimo. Ago­ra, pa­ra cul­ti­vos co­mo ar­roz, feijão e até ca­fé, os pre­ços mí­ni­mos fo­ram pouco ajus­ta­dos, ou nem is­so. No ca­so do ar­roz, o pre­ço pa­ra a sa­fra atu­al é R$ 36,44 a sa­ca, con­tra um cus­to de pro­du­ção de R$ 45,21 na sa­fra pas­sa­da. No ca­fé, que te­ve aumento do mínimo pa­ra R$ 341,21 a sa­ca do ará­bi­ca e pa­ra R$ 202,19 a do co­ni­lon, o cus­to ope­ra­ci­o­nal de pro­du­ção da sa­fra 2017/2018 foi de, res­pec­ti­va­men­te, R$ 390 e de R$ 240, se­gun­do a CNA.

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