O Sím­bo­lo do Ilha Por­chat Clu­be

Folha de Londrina Domingo - - GENTE -

Fa­le­ceu no úl­ti­mo dia 15, na San­ta Ca­sa de Santos, o em­pre­sá­rio Odár­cio Duc­ci, pre­si­den­te eter­no do Ilha Por­chat Clu­be, de SãoVi­cen­te, que es­ta­va com 74 anos. Odár­cio re­sis­tiu bem a seis AVCs, que te­ve nos úl­ti­mos anos, mas não às com­pli­ca­ções que te­ve após ci­rur­gia pa­ra a re­ti­ra­da de pe­dras nos rins. Fi­cou seis dia in­ter­na­do e fa­le­ceu, pa­ra sur­pre­sa ge­ral dos ami­gos. Seu cor­po foi cre­ma­do no Me­mo­ri­al de Santos. Odár­cio Duc­ci, como se sa­be, nas­ceu em Cor­né­lio Pro­có­pio, on­de seus ir­mãos ain­da es­tão ra­di­ca­dos. Foi es­tu­dar em São Paulo e aca­bou sen­do con­vi­da­do pa­ra ser di­re­tor so­ci­al do Ilha Por­chat Clu­be. Gos­tou, gos­ta­ram de­le, foi fi­can­do e aca­bou con­vi­da­do pa­ra pre­si­dir a agre­mi­a­ção. E fez uma re­vo­lu­ção no clu­be. Trans­for­mou o Ilha, aos pou­cos, em um dos mai­o­res clu­bes da bai­xa­da san­tis­ta e do li­to­ral bra­si­lei­ro. Du­ran­te anos, foi o car­tão de vi­si­tas de São Vi­cen­te, e por pro­xi­mi­da­de, de Santos, on­de dei­xou cen­te­nas e cen­te­nas de ami­gos, in­clu­si­ve em São Paulo. Odár­cio sem­pre foi um fes­tei­ro e de 1970 a 1995 ga­nhou pro­je­ção na­ci­o­nal, com su­as festas como A Mais Be­la Mu­lher Ca­sa­da, a Rai­nha dos Ma­res do Sul e etc. Era ca­ris­má­ti­co, ami­go, bai­ta co­ra­ção. Fez tam­bém pro­gra­mas de te­le­vi­são e foi ju­ra­do do pro­gra­ma do fa­mo­so Bo­li­nha. Pro­mo­veu gran­des shows no Ilha Por­chat, on­de lan­çou vá­ri­os ar­tis­tas. Fa­rá gran­de fal­ta ao clu­be e a seus mais ín­ti­mos. Pa­ra mim, foi um gran­de ami­go sem­pre. Ele está na fo­to com su­as ami­gas Helô Pinheiro, a cé­le­bre Ga­ro­ta de Ipa­ne­ma, a miss Bra­sil Eli­za­beth Fer­rei­ra e uma das fi­lhas de Helô, que par­ti­ci­pa­ram de vá­ri­as festas no Ilha Por­chat. Mar­ta Rocha, a eter­na Miss Bra­sil, era gran­de ami­ga de­le, as­sim como Pe­lé e vá­ri­os craques do Santos, como Gil­mar, Cou­ti­nho, Li­ma, Zi­to, Clo­do­al­do e o nar­ra­dor Os­mar Santos. João Mi­la­nez era ou­tro ami­gão de­le, e foi vá­ri­as ve­zes do Ju­ri de seus concursos no Ilha Por­chat. Que Deus o te­nha.

A P.B.Lo­pes - Con­ces­si­o­ná­ria Sca­nia en­tre­gou ao Cor­po de Bom­bei­ros de Lon­dri­na o li­vro que traz o re­gis­tro de to­do o pro­ces­so de res­tau­ra­ção do ca­mi­nhão Mer­ce­des Benz Ma­gi­rus, fa­bri­ca­do em 1951. A en­tre­ga con­tou com a pre­sen­ça de mem­bros da cor­po­ra­ção e au­to­ri­da­des, como o pre­fei­to Ale­xan­dre Ki­re­eff, que está na fo­to com o em­pre­sá­rio Pedro Bar­bo­za Lo­pes e o ma­jor Ricardo Jam­mes Tei­xei­ra

Até ho­je o jornal The New York Ti­mes não se re­cu­pe­rou, en­tre seus edi­to­res, do fu­ro que um de­les e um re­pór­ter dei­xa­ram es­ca­par pa­ra oWashing­ton Post: o Ca­soWa­ter­ga­te de 1972. Eles ti­nham in­dí­ci­os do as­sun­to e fi­ca­ram com receio de ir adi­an­te, pois te­ri­am que me­xer com o ho­mem mais po­de­ro­so do mun­do na épo­ca, Ri­chard Ni­xon, o pre­si­den­te da Re­pú­bli­ca. Mas dois re­pór­te­res doWP fo­ram em fren­te e deu no que deu: Ni­xon caiu fo­ra do po­der! Em Ca­ra­cas uma lata de Co­ca-Co­la está sen­do ven­di­da pe­lo equi­va­len­te a R$ 15!

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