Clay­son re­fu­ta fa­ma de ‘ta­lis­mã’ co­rin­ti­a­no

Folha de Londrina - - Esporte - Folhapress

São Paulo - Clay­son foi o he­rói do Co­rinthi­ans na vi­tó­ria por 3 a 1 con­tra o Co­ri­ti­ba na quar­ta (11). O ata­can­te en­trou no se­gun­do tem­po, quan­do o jo­go es­ta­va em­pa­ta­do, e mar­cou dois gols.

Ele de­mo­rou 17 jo­gos pa­ra de­sen­can­tar no clu­be al­vi­ne­gro, mas em­ba­lou. Nas úl­ti­mas três par­ti­das, o ata­can­te mar­cou qua­tro ve­zes as ou­tras par­ti­das fo­ram con­tra São Paulo e Cru­zei­ro. Em to­das oca­siões, Clay­son fez a di­fe­ren­ça após en­trar na eta­pa fi­nal, o que lhe ren­deu o ró­tu­lo de “ta­lis­mã” do Co­rinthi­ans.

“Eu fi­co fe­liz por aju­dar o Co­rinthi­ans. O ape­li­do eu não gos­to um pou­co, bus­co meu es­pa­ço, mas cla­ro que es­tou fe­liz por en­trar e fa­zer gol. Se o Fábio op­tar por me dei­xar co­mo ti­tu­lar ou me co­lo­car do ban­co, eu vou es­tar pre­pa­ra­do”, dis­se Clay­son à ESPN Bra­sil.

Ques­ti­o­na­do so­bre quem é o jo­ga­dor que acom­pa­nha e o ins­pi­ra nos jo­gos, Clay­son não pen­sou du­as ve­zes e ci­tou o meia Phi­lip­pe Cou­ti­nho, des­ta­que do Li­ver­po­ol e da se­le­ção bra­si­lei­ra.

“Um ca­ra que eu as­sis­to bas­tan­te é o Cou­ti­nho. Ele tem fi­na­li­za­ção mui­to for­te, jo­ga co­mo eu. Trei­no a pu­xa­da de bo­la que ele faz. Cla­ro que tem ou­tros, mas os jo­ga­do­res de bei­ra­da, eu acom­pa­nho mais”, re­ve­lou.

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