Ve­ge­ta­ção na­ti­va, nos to­pos, ur­gen­te!

Folha de Londrina - - Opinião -

De on­de vem cor­ren­do tan­ta água da chu­va? De ci­ma! A aben­ço­a­da água, por não con­se­guir en­trar na ter­ra, vi­ra cor­ren­te­za e des­trui­ção. A cul­pa não é da água! A cul­pa é dos hu­ma­nos que não pla­ne­jam, cri­am ou apli­cam leis ade­qua­das. Que tal con­sul­tar a an­ti­ga lei (de­cre­to 23.793, de 23 de ja­nei­ro de 1934) que pre­via a con­ser­va­ção de ¼ de ca­da pro­pri­e­da­de em ve­ge­ta­ção na­ti­va pa­ra man­ter o re­gi­me das águas? Nes­tas áre­as, em vez de cor­rer, a água in­fil­tra­ria na ter­ra e re­a­bas­te­ce­ria o len­çol freá­ti­co. Por mais que os tem­pos mu­da­ram, a ne­ces­si­da­de de água não mu­da. Mais se­res hu­ma­nos vão precisar de ca­da vez mais água! A atu­a­li­za­ção de uma sá­bia lei fa­ria com que a so­ci­e­da­de acei­tas­se con­ci­li­ar a ne­ces­si­da­de de pro­du­ção de ali­men­to e mo­ra­dia com o vi­tal abas­te­ci­men­to de água. É o di­nhei­ro que man­da? A ma­nu­ten­ção da pre­ci­o­sa e es­cas­sa água, sem dú­vi­da, se­rá “o gran­de ne­gó­cio”! DANIEL STEIDLE (edu­ca­dor am­bi­en­tal) – Ro­lân­dia

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