DRO­GA­RIA SÃO PAU­LO

Re­de in­ves­te em di­ver­si­fi­ca­ção e é mais ci­ta­da por pes­so­as com 41 anos ou mais (35%) e no cen­tro (40%)

Folha De S.Paulo - Saopaulo - - Índice #337 - por Clau­dia Rol­li

Oi­to mi­lhões de con­su­mi­do­res são aten­di­dos por mês nas 712 uni­da­des da Dro­ga­ria São Pau­lo dis­tri­buí­das em se­te Es­ta­dos do Bra­sil. Is­so equi­va­le a qu­a­se to­dos os ha­bi­tan­tes de um país co­mo a Suí­ça a ca­da 30 di­as.

Me­ta­de des­ses cli­en­tes vai às lo­jas da ca­pi­tal pau­lis­ta, on­de es­tão si­tu­a­das qua­tro em ca­da dez fi­li­ais da re­de. A ofer­ta de pro­du­tos e ser­vi­ços de qua­li­da­de, com pre­ços atra­ti­vos e pro­mo­ções cons­tan­tes, faz a mar­ca ser con­si­de­ra­da pe­lo ter­cei­ro ano con­se­cu­ti­vo a me­lhor da ci­da­de na ca­te­go­ria far­má­cia —ob­te­ve 32% das men­ções ao Da­ta­fo­lha.

A li­ga­ção da mar­ca com a ca­pi­tal e os pau­lis­ta­nos vem des­de sua ori­gem. Uma pri­mei­ra far­má­cia, ain­da sem o no­me atu­al, foi aber­ta na Vi­la Ma­ria, na zo­na nor­te, por Tomaz de Car­va­lho, nos anos 1920. Após tra­ba­lhar em vá­ri­os es­ta­be­le­ci­men­tos, ele mon­tou uma em­pre­sa ata­ca­dis­ta para abas­te­cer o seg­men­to de me­di­ca­men­tos. Mais tar­de, em 1940, a em­pre­sa foi com­pra­da e, em 1943, ele fun­dou a Dro­ga­ria São Pau­lo em uma ca­sa na pra­ça da Sé —a re­de é a mais ci­ta­da no cen­tro (40%). De lá para cá, só cres­ceu.

Os mi­lhões de con­su­mi­do­res que por mês vão ho­je às uni­da­des com­pram ca­da vez mais pro­du­tos de hi­gi­e­ne, cos­mé­ti­cos e per­fu­ma­ria. Da­dos do se­tor mos­tram que es­ses itens já re­pre­sen­tam de 30% a 35% do fa­tu­ra­men­to das far­má­ci­as.

“O con­su­mi­dor tem re­a­va­li­a­do os seus há­bi­tos de com­pra, bus­can­do mais va­ri­e­da­de em pro­du­tos e tam­bém opor­tu­ni­da­des de pre­ços e pro­mo­ções atra­ti­vas”, afir­ma o di­re- tor co­mer­ci­al e de mar­ke­ting do gru­po DPSP, Ro­ber­to Ta­ma­so.

Co­nhe­ci­da por ser a pri­mei­ra dro­ga­ria 24 ho­ras e dar des­con­to exclusivo aos apo­sen­ta­dos, a re­de é con­tro­la­da pe­lo gru­po DPSP, re­sul­ta­do da fu­são com as Dro­ga­ri­as Pa­che­co em 2011, que fa­tu­rou R$ 8,4 bi­lhões no ano pas­sa­do e pro­je­ta R$ 9,6 bi para es­te ano.

“O mer­ca­do de dro­ga­ri­as é mais re­si­li­en­te [à cri­se] se com­pa­ra­do ao res­tan­te do va­re­jo e, por­tan­to, sen­te me­nos o mo­men­to econô­mi­co que vi­ve­mos”, diz Ta­ma­so.

A me­ta é abrir 130 uni­da­des até de­zem­bro, a maior par­te, na rua, que já nas­cem com mu­dan­ças na iden­ti­da­de vi­su­al. As lo­jas tam­bém es­tão sen­do re­no­va­das, com ar­qui­te­tu­ra mais mo­der­na e fun­ci­o­nal.

Fun­da­ção: 1943 Uni­da­des: 712 (278 de­las na ca­pi­tal

pau­lis­ta) dro­ga­ri­a­sa­o­pau­lo.

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